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Curso Storytelling



O que Senhor dos AnéisTubarãoStar WarsApocalypse NowToy StoryO Sexto Sentido e Psicose tem em comum? Além de serem obras superiores da sétima arte, todos são filmes construídos a partir de poderosas narrativas que capturam a emoção dos espectadores.


A narrativa é uma arte. Contudo, sua execução não depende apenas da inspiração e de algum dom intrínseco. A arte em sua forma plena, profissional, depende de técnica e muito trabalho. Aprendizado e entretenimento. Esse é o objetivo da narrativa. As pessoas gostam de histórias porque elas aprendem, experimentam, testam e obtém resultados sem precisar viver algo real. As pessoas gostam de histórias porque querem entretenimento. Querem torcer que o vilão seja derrotado e que o casal finalmente consiga ser feliz. E, vamos ser justos, geralmente o vilão é derrotado e o casal fica feliz. Não é? E porque essa “história” batida ainda funciona? Esta é a “mágica” que existe na técnica de contar histórias.


Storytelling, contação de histórias ou simplesmente narrativa, tem sua raiz a própria aurora do homem. A narrativa rendeu ao ser humano benefícios evolutivos de sobrevivência, conforme a teoria da Seleção Natural de Charles Darwin. É a partir desse conceito que entendemos a importância e onipresença da narrativa na história humana. Conforme esta teoria, sobrevive o indivíduo mais apto. Aquele que melhor se adapta ao seu ambiente e tira proveito dele. E a narrativa, que advém de um cérebro capaz de criar projeções, fantasias, previsões, é uma das ferramentas mais importantes que o Homo sapiens tem ao seu dispor.


Objetivos

O curso Storytelling: Os fundamentos da narrativa, ministrado por Cris Derois, vai analisar e discutir as bases conceituais da narrativa, buscando identificar as ferramentas e as técnicas aplicadas em linguagens tão distintas como o cinema, a literatura, a publicidade e as histórias em quadrinhos.


Público alvo

O curso, aberto ao público geral interessado no tema, tem como público alvo os cinéfilos, filmakers, roteiristas, escritores, leitores e publicitários. Não é necessário nenhum pré-requisito de formação e/ou atuação profissional.



Temas / Conteúdos das aulas

- Storytelling a partir da neurociência: razão e emoção.
- Aprender o que a audiência quer, e como quer.
- As bases da narração de histórias, independente da linguagem (escrita, falada, cinema).
- Os fundamentos básicos da construção de histórias: enredo, personagem, ponto de vista e mensagem.
- A narrativa: como construir histórias a partir da análise da estrutura.
- Técnicas narrativas para potencializar a história. Pontos de virada, ironia dramática, metáforas e subtexto.
- Storytelling no marketing e publicidade.


Ministrante: Cris Derois

Roteirista, diretor de cena e escritor. Trabalha com roteiro e direção em documentários, filmes empresariais, institucionais e clipes musicais. Foi colaborador do site "Vida de escritor". Atua com o audiovisual desde 2007, ministrando cursos e palestras sobre edição de vídeo, montagem,storytelling e narrativa. Pesquisa e aplica os conceitos da Genética do Comportamento em seus trabalhos sobre comunicação humana.



Curso
STORYTELLING:
OS FUNDAMENTOS DA NARRATIVA
de Cris Derois

Datas
28 e 29 de Julho (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 95,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 80,00 (primeiras 10 inscrições) * Valor promocional esgotado
b) R$ 90,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras


Curso Construção do personagem

Mais informações: http://cinemacineum.blogspot.com.br/




No final do século 19, na Rússia, surgia um ator e grande entusiasta da arte da representação, que não estava satisfeito com a forma melodramática de declamação do teatro da época. Apenas poucos atores chamados "gênios" conseguiam verdadeiramente uma atuação realista, que convencesse em cena. Inconformado, este ator passou a sistematizar o trabalho dos artistas que admirava, negando toda forma de inspiração ou talento, e partindo de pressupostos técnicos e sistemáticos. Este era Constantin Stanislavski, pai da pedagogia do ator, e criador do mais conhecido e importante estudo de interpretação, o chamado Sistema Stanislavski.


Os estudos de Stanislavski se popularizaram no mundo inteiro ao longo do século 20 e chegaram à Hollywood em meados de 1930, pelas mãos de Elia Kazan. Em parceria com alguns nomes do teatro e do cinema norte-americano, Kazan fundaria o Actor's Studio. Lee Strasberg, a partir de 1950, no comando do Studio, foi um dos grandes responsáveis pela popularização do Sistema Stanislavski, que a partir da visão estadunidense, ganhou status de "método", ou melhor ainda, "O Método". 

Técnicas de submersão no personagem e alta dosagem nas emoções popularizaram atores como James Dean, Marilyn Monroe e Marlon Brando, entre muitos outros. Entretanto, como poderíamos entender o Método à luz de nossas experiências práticas? O que Stanislavski tinha como objetivo com a sistematização e sua busca pela verdade cênica? Será que Lee Strasberg e Hollywood de fato continuaram a pesquisa de seu sistema?


 Objetivos

O curso Construção do Personagem: Uma abordagem sobre a interpretação, ministrado por Juliano Rabello, tem o objetivo fornecer elementos teóricos e reflexivos que ofereçam respostas às questões fundamentais: Como construir um personagem? Como dirigir uma interpretação cênica? Baseado em experiências práticas do ministrante e de caminhos traçados por grandes atores e atrizes, o curso oferecerá aos participantes - sejam eles atores, roteiristas ou diretores - ferramentas efetivas para seus projetos cinematográficos.


Público alvo

O curso é aberto ao público em geral.
Não é necessário nenhum pré-requisito de formação e/ou atuação profissional para participar deste curso.

Trata-se de uma atividade de caráter teórico.


Conteúdos

Aula 1

- A revolução de Stanislavski para o trabalho do ator.
- A americanização do Sistema Stanislavski.
- A construção de uma Ação Real.

 


Aula 2

- O superobjetivo e a linha direta de ações.
- Uso das lembranças do ator na construção de um personagem.
- Fisicalização, o trabalho dos atores "camaleões".
  

Ministrante Juliano Rabello

Ator, diretor e professor de teatro, coaching de atores e coordenador da Efêmeros Escola de Arte. Dirigiu o espetáculo “O Anexo Secreto”, adaptação do livro Diário de Anne Frank. É preparador de elenco da Painel Publicidade e ator da Cia. Fasta. Atualmente remonta de maneira prática todos os elementos do sistema de Stanislavski e participa da elaboração do musical "Vamos Fazer um Filme?". É diretor e preparador de elenco da peça “A Gaivota”, de Anton Tchekov.


Curso
CONSTRUÇÃO DO PERSONAGEM:
UMA ABORDAGEM SOBRE A INTERPRETAÇÃO
de Juliano Rabello

Datas
07 e 08 de Julho (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 95,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 80,00 *valor promocional esgotado
b) R$ 90,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras





Curso John Cassavetes








Apresentação

O ator John Cassavetes iniciou sua carreira no cinema ao lado de outros grandes nomes como Paul Newman e Marlon Brando. O movimento que ficou conhecido como Nova Hollywood, além de revolucionar as histórias e a maneira de filmar, também apresentou uma nova geração de atores e atrizes que fugia da figura dos astros do star system chamada Era de Ouro do cinema americano.


John Cassavetes, no entanto, não se contentou em ter apenas a arte da interpretação para se expressar e resolveu se aventurar na direção e no roteiro utilizando dinheiro do próprio bolso e atores amadores. O que ninguém esperava é que ele fosse marcar para sempre a história do cinema e ser considerado o pai do cinema independente americano.


Mas qual é a magia do cinema de Cassavetes? Por que seus filmes foram ovacionados pelo público europeu e sua terra natal poucas vezes se lembra dele? Qual o impacto da presença constante de Gena Rowlands, sua esposa e parceira de cena, nos filmes finais de sua carreira?


Objetivos

O Curso John Cassavetes: Um Cineasta Sob Influência, ministrado por Bianca Zasso, tem como objetivo responder estas e outras questões e discutir a força das cenas criadas pelo realizador, bem como seu processo criativo e suas parcerias cinematográficas.


Conteúdos

Aula 1

- A carreira de ator
- O nascimento do Cassavetes diretor
- O processo de criação independente dos estúdios
- Os primeiros filmes


Aula 2

- O auge da carreira de diretor
- A criação de um estilo
- John Cassavetes e Gena Rowlands: uma parceria além das telas


Ministrante Bianca Zasso

Jornalista e Especialista em Cinema formada pelo Centro Universitário Franciscano. Integrante da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (ACCIRS). Atua como pesquisadora e crítica de cinema desde 2009. Integrou durante cinco anos o projeto de extensão Cineclube Unifra. Foi colaboradora dos sites Papo de Cinema e Delirium Nerd. Atualmente escreve para os sites Claudemir PereiraDVD MagazineAction News e Formiga Elétrica. É apresentadora/comentarista de cinema da série de vídeos Bia na Toca, realizada pela produtora Toca Audiovisual. Integra o Elviras - Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema.



Curso
JOHN CASSAVETES:
UM CINEASTA SOB INFLUÊNCIA
de Bianca Zasso


Datas
23 e 24 de Junho (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 95,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 80,00 (para as primeiras 10 inscrições)
b) R$ 90,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras







Cinemateca Capitólio Petrobras (Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico) participa da 2ª Semana Nacional de Arquivos, em parceria com o Arquivo Público do Estado do RS, realizada de 4 a 9 de junho, com atividades gratuitas. A iniciativa é promovida pelo Arquivo Nacional e a Fundação Casa de Rui Barbosa e tem o objetivo de abrir os arquivos e instituições de memória para a sociedade e divulgar o trabalho de salvaguarda do patrimônio documental do país. Várias instituições participarão com eventos em todo o país, seguindo o tema proposto pelo Conselho Internacional de Arquivos (ICA): “Governança, Memória e Herança”.



Neste contexto a Cinemateca esta realizando dia 05/06/2018 duas atividades na Sala Multimídia, 3º andar:

- Oficina de “Preservação de Documentos Audiovisuais”
   Ministrante: Maria Osmari Ravagnani Inscrições Gratuitas
   Horário: 10:00 às 12:00 - Vagas limitadas (35)

- Cinema no Arquivo – Filme “Cinema Paradiso”, de Giuseppe Tornatore
  Horário: 14:00 às 16:00 – Vagas limitadas (40)
  Itália e França - 1988 Drama 2h 4m


Ganhou inúmeros prêmios entre eles o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1990


Sinopse: O menino Totó se encanta pelo cinema e inicia uma grande amizade com o projecionista de sua pequena cidade. Já adulto e agora um cineasta bem-sucedido, Totó volta a lembrar de sua infância ao descobrir que seu velho amigo faleceu.

Elenco: Philipe Noiret, Agnese Nano, Jacques Perrin, Leopoldo Trieste, Enzo Cannavale, Isa Danieli, Leo Gullota, Roberta Lima.

O formulário de inscrição, bem como a programação completa deste Evento está disponível no Blog do Arquivo Público do Estado do RS.

https://arquivopublicors.wordpress.com/2018/05/23/apers-na-2a-semana-nacional-de-arquivos-descricao-dos-eventos-e-inscricoes/



Curso DC x Marvel






Nos últimos dez anos, as maiores bilheterias do mundo tem oscilado entre alguns gêneros, mas a constante tem sido os filmes baseados em histórias em quadrinhos. Por que isso acontece? Qual a fórmula do sucesso? E por que as grandes rivais das HQs, Marvel e DC, tem se consolidado no cinema?

Este curso tem como objetivo tentar responder a estas questões enquanto apresenta um panorama geral das principais obras do gênero comandadas pela Disney e a Warner.



Filmes baseados em histórias em quadrinhos existem desde que oSuperman foi criado há 80 anos. De 1940 até hoje, foram inúmeros longas, curtas e séries para a TV e o cinema. Homem de FerroCapitão AméricaBatmanMulher Maravilha e Homem-Aranha, todos eles – e outros tantos - foram adaptados para as telas. Alguns casos são icônicos, como a primeira vez em que vimos Superman voar em cores nos anos 70 sob as mãos de Richard Donner. O morcegão, por sua vez, foi o grande astro entre o fim dos anos 80 até a metade dos 90. Anos depois, foi a vez dos mutantes da Marvel estrelarem uma reinvenção do gênero.


Nos intervalos destas produções, houve fracassos, filmes medianos ou até mesmo nenhum estúdio se arriscando a levar os personagens de uma mídia mais de nicho. Porém, como nada em Hollywood se cria, apenas se reinventa, nos anos 2000 se percebeu o desgaste de outros temas de sucesso de outrora em blockbusters, como os "machões" do cinema de ação, as comédias românticas datadas e previsíveis e, até os mundos de fantasia literários - salvo exceções bilionárias como as sagas de O Senhor dos Anéis e Harry Potter.

Nos últimos dez anos, as maiores bilheterias do mundo tem oscilado entre alguns gêneros, mas a constante tem sido as produções que bebem nas fontes das HQs. Por que isso acontece? Qual a fórmula do sucesso? E por que as grandes editoras rivais, Marvel e DC, tem se consolidado no cinema?


Proposta

O curso DC x MARVEL: BATALHA DE TITÃS NAS TELAS, ministrado por Matheus Bonez, vai analisar a trajetória das adaptações cinematográficas das gigantes líderes do mercado editorial das HQs. O curso apresentará um panorama geral das principais obras do gênero, comandadas hoje pelos impérios da Disney e da Warner, que disputam a atenção e as preferências de legiões de fãs pelo mundo afora.


Programa

Aula 1


- Para o alto e avante: um breve histórico das HQs no cinema dos anos 40 a 2000.
- A jornada do herói: a influência da narrativa de Campbell na história dos super-heróis.
- DC: é preciso uma maravilha para superar a crise?


Aula 2



- O triunfo da Marvel: dez anos de sucesso de bilheterias.
- A fórmula: por que os Vingadores estão sempre no topo?


Ministrante: Matheus Bonez

Jornalista e crítico de cinema, especializado em "Cinema Expandido" pela PUCRS. Apresentador dos programas "Espaço Público Cinema" e "Curta Cine" da TV Assembléia - RS. Geek fanático por HQs desde a infância.


Curso
DC x MARVEL:
BATALHA DE TITÃS NAS TELAS
de Matheus Bonez

Datas
26 e 27 de Maio (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 95,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 80,00 (para as primeiras 10 inscrições)
b) R$ 90,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras



Curso Filosofia no Cinema







Por muitos séculos os questionamentos filosóficos da humanidade ficaram restritos às discussões acadêmicas e às páginas dos livros. Há pouco mais de 100 anos surgiu uma nova forma de arte - o Cinema – que popularizou os conceitos básicos da Filosofia e convidou o público a articular seus próprios questionamentos filosóficos através da linguagem audiovisual acessível às massas.



Alguns questionamentos levantados pela Filosofia são universais e, portanto, são objeto de preocupação e reflexão para qualquer pessoa, podendo desta forma ser abordados por diversos pontos de vistas em filmes que não se pretendem reflexivos. Entretanto, a Filosofia como disciplina tem produzido conceitos e teorias capazes de nos fazer compreender de forma múltipla e plural tais questionamentos, de modo que a ideia fundamental deste curso é oferecer ao participante conceitos filosóficos que o possibilitem enxergar o Cinema com um outro olhar.


Proposta

O Curso Grandes Temas da Filosofia no Cinema, ministrado por Rafael Alves de Oliveira, não terá como objetivo produzir uma crítica cinematográfica. A atividade foi estruturada para proporcionar aos participantes um contato inicial com grandes conceitos da Filosofia, tendo o Cinema como elemento mediador. Para tanto, o curso terá como metodologia o debate, a provocação filosófica e o estímulo à reflexão crítica.

Publico alvo

Atividade aberta a todos os interessados. Não é necessário nenhum conhecimento prévio em Filosofia ou Cinema para acompanhar o conteúdo do curso.

Conteúdos

O curso terá como objeto de análise e reflexão os seguintes filmes:



CLUBE DA LUTA (EUA, 1999). Direção: David Fincher.

Temas abordados: As três transformações do espírito; transvaliação dos valores morais.
Pauta: Estabelecer uma conexão entre os conceitos desenvolvidos por Nietzsche e com isto produzir uma reflexão sobre a relação entre nossos hábitos sociais, valores morais e os processos envolvidos no desenvolvimento de ambos.



A DESCOBERTA (EUA, 2017). Direção: Charlie McDowell.

Temas abordados: Absurdo e suicídio.
Pauta: Compreender como estes conceitos permeiam o filme e tensioná-los através da abordagem produzida por Albert Camus dos conceitos trabalhados. Provocar a reflexão principalmente sobre a questão do suicídio.



OLD BOY (KOR, 2003). Direção: Park Chan-wook.

Temas abordados: Absurdo e liberdade.
Pauta: Compreender como estes conceitos permeiam o filme e tensioná-los através da abordagem produzida Jean Paul Sartre. Provocar reflexão sobre a liberdade e os diversos tipos de amor.



TROPA DE ELITE 2 (BRA, 2010). Direção: José Padilha

Temas abordados: Estruturas de poder e violência.
Pauta: Promover uma discussão sobre as concepções de poder presentes no pensamento de Jürgen Habermas, Hannah Arendt e Michel Foucault. Os participantes serão instigados a refletir sobre a atual situação política de nosso país a partir de alguma dessas concepções.



UMA OUTRA HISTÓRIA AMERICANA (EUA, 1998), Direção: Tony Kaye

Temas abordados: Estruturas de poder e violência.
Pauta: Promover uma discussão sobre as concepções de poder presentes no pensamento de Jürgen Habermas, Hannah Arendt e Michel Foucault. Os participantes serão instigados a refletir questões relacionadas ao fascismo, nazismo e totalitarismo.



CAPITÃO FANTÁSTICO (EUA 2016). Direção: Matt Ross.

Temas abordados: Desobediência civil e autossuficiência.
Pauta: Compreender como Henry David Thoureau se apropriava destes conceitos em sua vida cotidiana e refletir a respeito das reais possibilidades de seus usos nos dias de hoje.


Ministrante: Rafael Alves de Oliveira

Professor de Filosofia e mestrando em Filosofia pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Editor do blog "Cinesofia" que aborda o Cinema e a Filosofia fazendo conexões e leituras interligando temas diversos como ética, violência, cultura, quadrinhos e video game.


Curso
GRANDES TEMAS DA FILOSOFIA NO CINEMA
de Rafael Alves de Oliveira

Datas
12 e 13 de Maio (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 95,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 80,00 (primeiras 10 inscrições) * Valor promocional esgotado
b) R$ 90,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras



Curso: O Homem que Amava o Cinema - François Truffaut

Mais informações: http://cinemacineum.blogspot.com.br/









Apresentação


François Truffaut é um dos nomes fundamentais da geração de novos realizadores que revolucionou o cinema francês na década de 1960. Truffaut descobriu primeiro a literatura; o cinema veio logo depois. Eis as duas grandes referências para o cineasta, que foi um dos precursores do movimento francês da Nouvelle Vague. Suas influências são as mais díspares possíveis: leitor tanto de Balzac como de autores pouco conhecidos que descobria pelas livrarias de Paris e, ainda, de romances policiais americanos; admirador tanto de Jean Renoir e Rossellini como do cinema americano de Orson Welles a Alfred Hitchcock.



Começou na escrita crítica de artigos, muitos deles para a revistaCahiers du Cinéma. Questionou a forma de se fazer cinema, foi um dos defensores da polêmica “política dos autores”, escreveu roteiros, adaptou livremente seus romances preferidos, dirigiu seus filmes, atuando ainda em alguns deles. Grande parte da crítica afirma que muitos deles são autobiográficos, mas a pergunta que se faz é se o diretor, ao incorporar vários fragmentos autobiográficos em seus filmes, não estaria, na verdade, na construção de uma autoficção. Talvez esta seja uma das chaves para se pensar criticamente a obra de François  Truffaut. Ele próprio chegou a afirmar que sua vida estava mais no cinema do que fora dele. Esta afirmação não é uma simples frase de efeito. Truffaut realizou 24 filmes: 21 longas e três curtas-metragens.


Objetivos

O Curso François Truffaut: O Homem que Amava o Cinema, ministrado por Tânia Cardoso, tem o objetivo de apresentar um panorama da obra do diretor, explorando aspectos importantes de sua formação, de seu trabalho como crítico e como realizador. A abordagem do cineasta partirá de uma contextualização histórica para chegar à análise de aspectos fundamentais para a compreensão da obra e da trajetória de François Truffaut.



Conteúdos

Durante os dois encontros será abordado o trabalho crítico de Truffaut - Uma Certa Tendência do Cinema Francês; o cinema de autor; a defesa da mise-en-scène; o cinema do pós-guerra e o cinema moderno; a relação de Truffaut com o movimento da Nouvelle Vague e com os cineastas da mesma geração, dentre outras questões que marcaram a trajetória do diretor.


Serão exibidos trechos de seus filmes para abordar questões como: as temáticas recorrentes, os traços estilísticos, a discussão sobre ficção e autobiografia e a construção de uma autoficção. O curso se destina a todas as pessoas interessadas em cinema. Não é necessário nenhum pré-requisito.


Ministrante: Tânia Cardoso

Graduada em Letras (Bacharelado em língua francesa) pela UFRGS,mestrado em Literatura Comparada e doutorado em Literatura Brasileirapela mesma universidade. Possui especialização em Cinema pelaUnisinos. Trabalha desde 2009 no Departamento de Difusão Cultural da UFRGS, na coordenação e na curadoria da Sala Redenção - CinemaUniversitário.



Curso
FRANÇOIS TRUFFAUT:
O HOMEM QUE AMAVA O CINEMA
de Tânia Cardoso

Datas
28 e 29 de Abril (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 95,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 80,00 (primeiras 10 inscrições) * Valor promocional esgotado
b) R$ 90,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras


Workshop Técnicas de Suspense





Abertas as inscrições para os workshops
do PORTO ALEGRE NOIR


TÉCNICAS DE SUSPENSE E ANATOMIA DO THRILLER

Thrillers psicológicos, políticos, médicos, sci-fi, eróticos, de tribunais e de conspirações; são muitos os romances de diversos gêneros que quando escritos no estilo tenso, rápido e cheio de reviravoltas dos thrillers, viram best-sellers.

O Workshop Técnicas de Suspense e Anatomia do Thriller, de Cláudia Lemes, vai abordar os tipos de thrillers que existem e dissecar suas estruturas, técnicas e truques, assim como suas personagens, construções de frases, cenas, capítulos e descrições. É um curso para escritores de qualquer gênero que querem acrescentar intensidade e tensão às suas tramas, mas principalmente para escritores (novatos ou veteranos) de romances policiais e suspenses em busca de novos recursos.

***
 CLÁUDIA LEMES é escritora de romances policiais com ótima recepção dos leitores, como “Eu Vejo Kate” e “Um Martini com o Diabo”. Já ministrou cursos sobre escrita de entretenimento para dezenas de escritores satisfeitos e é autora do já esgotado “Santa Adrenalina! Um Guia Para Quem Quer Escrever Thrillers”. É também tradutora, intérprete e presidente da ABERST: Associação Brasileira de Escritores de Romance Policial, Suspense e Terror.



Workshop
TÉCNICAS DE SUSPENSE E ANATOMIA DO THRILLER
de Cláudia Lemes


Data
14 de abril (sábado)

Horário
16h15 às 18h45

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 45,00
(depósito / transferência bancária ou cartão de crédito)

Realização
Cine UM Produtora Cultural
Fio Produtora Cultural
Cesar Alcázar

Patrocínio
L&PM Editores
Versátil Home Video

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras
Prefeitura de Porto Alegre - Secretaria da Cultura



Workshop Cinema Noir





Abertas as inscrições para os workshops

do PORTO ALEGRE NOIR



CINEMA NOIR E SEXUALIDADE

O Noir, como objeto artístico cinematográfico, é "o gênero que nunca existiu". Durante sua ocorrência original, localizada em algum ponto entre o princípio dos anos 40 e meados dos anos 50, nem indústria, nem crítica, nem público jamais utilizaram o termo, em terras americanas, em referência ao que hoje se cultua como Filme Noir. A criação foi dos franceses, inundados por filmes de Hollywood no período pós-Segunda Guerra Mundial.

O Noir não é propriamente um gênero. É um fenômeno, e acima de tudo social. A maior prova que existe? A fascinação que produz e o desejo que desperta a "mística noir".

O Workshop Cinema Noir e Sexualidade, de Fernando Mascarello, vai tratar das bases e conceitos que permeiam toda a produção cinematográfica do período, enfocando com destaque a estética fílmica e o comportamento (a)moral das personagens, particularmente dasfemme fatales, figuras indissociáveis do imaginário clássico do Noir.

***

FERNANDO MASCARELLO é Doutor em Cinema pela ECA/USP, professos do CRAV (Curso de Realização Audiovisual), coordenador da Especialização em Cinema da UNISINOS e organizador dos livros "História do Cinema Mundial" (7ª edição) e "Cinema Mundial Contemporâneo (2ª edição).


Workshop
CINEMA NOIR E SEXUALIDADE
de Fernando Mascarello


Data
15 de abril (domingo)

Horário
16h15 às 18h45

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 45,00
(depósito / transferência bancária ou cartão de crédito)

Realização
Cine UM Produtora Cultural
Fio Produtora Cultural
Cesar Alcázar

Patrocínio
L&PM Editores
Versátil Home Video

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras
Prefeitura de Porto Alegre - Secretaria da Cultura



Curso Cinema Russo




Curso


Apresentação


Em 2017 comemorou-se o centenário da Revolução Russa. Evento fundamental da história moderna, seu aniversário foi motivo de inúmeras publicações e muitas mostras de filmes. Oportunidade também para, à luz das revisões críticas, pensarmos alguns diretores e diretoras que de alguma maneira representam esta cultura tão rica e tão complexa. Partindo daí, o curso objetiva traçar um breve panorama da produção circunscrita à Rússia, embora a geopolítica em muitos dos filmes remeta à União Soviética.



Com uma história extensa e longeva, optou-se por recortes precisos, privilegiando títulos que se expressam pela reconhecida relevância em termos temáticos e estéticos. Assim, o painel contempla diretores da vanguarda russa, como Eisenstein, nomes canônicos para a história do cinema, como Tarkovski, ao mesmo tempo em que investe em produções que trabalham temas caros à identidade russa, como a Segunda Guerra Mundial e a invasão alemã, em clássicos como Vá e Veja, por exemplo. A literatura russa, cuja magnitude é inquestionável, também é explorada, em especial as adaptações das obras de Dostoievski, como "Crime e Castigo". O cinema contemporâneo, ilustrado por filmes de Sokurov e Zvyagintsev, igualmente terá espaço.


Em outro bloco, serão estudadas no curso cinematografias de diretoras que muitas vezes estão ausentes da(s) história(s) do cinema russo, mas guardam importância equivalente a seus pares canônicos. Cineastas como Esfir Shub e Olga Preobrazhenskaya, expoentes da vanguarda dos anos 20; Larisa Sheptiko e Kira Muratova, representantes do cinema moderno russo dos anos 60, e contemporâneo no caso de Muratova e Yuliya Solntseva, esta a primeira mulher a ganhar prêmio de melhor direção no Festival de Cannes em 1961.


Objetivos

O curso CINEMA RUSSO: DIRETORES, DIRETORAS E UM POUCO DE HISTÓRIA, ministrado por Ivonete Pinto e Juliana Costa, vai traçar um panorama da cinematografia russa, desde o início do século XX até os dias atuais, revisitando suas diversas fases, começando com os pioneiros filmes de propaganda soviética, passando pelos experimentalismos da vanguarda, o reconhecimento mundial nos maiores festivais de cinema nos anos 50 e 60, chegando aos dias atuais com sua vigorosa produção que circula por todos os continentes. O destaque do estudo será os realizadores e suas obras mais significativas, com um capítulo especialmente reservado às mulheres realizadoras.




Os Filmes

O Encouraçado Potemkin (Serguei Eisenstein, 1925); Women of Ryazan(Olga Preobrazhenskaya, 1927); A Queda da Dinastia Romanov (Esfir Shub, 1927); Um Homem com Uma Câmera (Dziga Vertov, 1929); Hoje(Esfir Shub, 1929); The Last Attraction (Olga Preobrazhenskaya, 1929);Quando Voam as Cegonhas (Mikhail Kalatozov, 1957); Desna Encantada(Yuliya Solntseva, 1964); Asas (Larisa Sheptiko, 1966); Andrei Rublev(Andrei Tarkovski, 1966); O Inesquecível (Yuliya Solntseva, 1967); O Longo Adeus (Kira Muratova, 1971); Solaris (Andrei Tarkovski, 1972);Stalker (Andrei Tarkovski, 1979); A Ascensão (Larisa Sheptiko, 1977);Vá e Veja (Elem Klimov, 1985); O Sacrifício (Andrei Tarkovski, 1986);Síndrome Astênica (Kira Muratova, 1990); Páginas Ocultas (Alexandr Sokurov, 1994); O Sol Enganador (Nikita Mikhalkov, 1995); Arca Russa(Alexandr Sokurov, 2002); Leviatã (Andrey Zvyagintsev, 2014); Sem Amor (Andrey Zvyagintsev, 2017) e Masha e o Urso (curtas animados).



Ministrantes

IVONETE PINTO

Doutora em Cinema pela ECA/USP, professora no curso de Cinema e Audiovisual da UFPel; editora da revista Teorema; sócia-fundadora e integrante da diretoria da Abraccine - Associação Brasileira de Críticos de Cinema. Participou do júri da crítica em festivais como FestRio, Gramado, Mar del Plata, Havana, Cartagena, Teerã e Toronto. É autora dos livros A Mediocridade, Descobrindo o Irã e Samovar nos Trópicos. Organizou, com Orlando Margarido, o livro Bernardet 80: Impacto e influência no cinema brasileiro e, com Fatimarlei Lunardelli e Humberto Silva, o livro Ismail Xavier 70 (no prelo). Já ministrou o curso "Abbas Kiarostami: A invenção do real" pela Cine UM.

JULIANA COSTA

Pesquisadora de cinema; Mestre em Educação pela UFRGS, com pesquisa em Cinema e Educação. Sócia fundadora do Cineclube Academia das Musas, dedicado a estudar e difundir a cinematografia de diretoras mulheres, e editora da revista virtual de mesmo nome. Editora do Zinematógrafo, fanzine de crítica de cinema, e sócia da ACCIRS -Associação de Críticos de Cinema do RS.


Curso
CINEMA RUSSO:
DIRETORES, DIRETORAS E UM POUCO DE HISTÓRIA
de Ivonete Pinto e Juliana Costa


Datas
07 e 08 de Abril (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 95,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 80,00 (p/ 10 inscrições) * VALOR PROMOCIONAL ESGOTADO
b) R$ 90,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras



Curso A Arte de Contar Histórias - Edição de Férias


Apresentação

O Cinema, identificado como a sétima arte, é, antes de tudo, uma arte coletiva, de construção cooperativa, que reúne múltiplas facetas e habilidades de técnicos e profissionais de áreas distintas. Como coordenar e conciliar a criação das pequenas partes que compõem a feitura de um filme? Como buscar a coesão de uma narrativa cinematográfica com tantos elementos distintos?



O curso A Arte de Contar Histórias é um mergulho no universo da linguagem e produção cinematográfica, forjado a partir de uma combinação entre referência e processo. Vamos assistir e debater cenas, ideias, criações e elementos artísticos que foram inovadores notabilizando filmes, séries, conteúdos multiplataformas.

A capacidade de invenção narrativa e construção visual, que despertam os estímulos sensoriais pela originalidade e ousadia, serão matérias de estudo e análise através dos conceitos teóricos de roteiro, direção, produção, som e trilha para cinema, TV e WEB, nos formatos de curta e longa-metragem.


Objetivos

O curso A Arte de Contar Histórias, ministrado por Alexandre Derlam, visa capacitar ou aperfeiçoar a visão crítica dos alunos a respeito das técnicas e recursos de linguagem e narrativa cinematográfica na construção de histórias em cinema, televisão, web e outras plataformas. A metodologia criada visa estudar os principais elementos indispensáveis para a realização de uma história. Serão exibidas sequências e cenas de longas e curtas-metragens, e conteúdos da WEB, com análise de personagens, do controle de tempo cênico, da narração e aspectos de produção. A atividade objetiva ampliar o interesse na arte cinematográfica e criação artística com instrumentos que desenvolvam o senso crítico e estético.


Público alvo

A atividade foi planejada para interessados na produção audiovisual, alunos dos cursos de Cinema e Comunicação Social, profissionais ou amadores na área, e também cinéfilos em geral que desejam aprofundar conhecimentos e técnicas essenciais na criação de um estilo e uma linguagem original para suas realizações.
ATIVIDADE ABERTA A QUALQUER INTERESSADO.
NÃO É NECESSÁRIO NENHUM PRÉ-REQUISITO DE FORMAÇÃO
E/OU ATUAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA.


Conteúdos

- O que faz um filme ser um filme? O que é realização audiovisual para Cinema, TV e WEB? A importância de uma proposta artística bem definida. Conceitos, padrões e exemplos de Storyline e Storyteling.

- Pesquisa: O papel da pesquisa do tema a ser filmado. As fontes de inspiração, as indicações, ideias e caminhos que uma pesquisa indica e define no processo de realização.

- Roteiro: Metodologia básica na construção de um roteiro, com análise de personagens, do controle de tempo cênico, da narração e produção, através da exibição e leitura de cenas de referência.

- Elementos de linguagem: Análise dos elementos que a constituem. Formas básicas e formas sutis. A capacidade da linguagem em provocar reações e comportamentos específicos.

- Narrativa e linguagem Uma breve linha de evolução. Análise e conceitos básicos. Escolas de cinema que simplificaram e encaminharam uma revolução na linguagem: Surrealismo, Neorrealismo italiano, Dogma 95.

- Direção / Produção: Processos de criação, métodos nas diversas etapas de realização de um filme: Definição do elenco e direção de atores, ensaios, improvisação, organização das filmagens.



Ministrante: Alexandre Derlam

Diretor de cena e roteirista. Graduado em Publicidade e Propaganda com especialização em Cinema (Unisinos /RS). Dirige para o mercado gaúcho há 20 anos. Produz publicidade, reportagem, documentário e ficção. No cinema é um realizador atuante. Dirigiu e roteirizou os documentáriosPapão de 54 e Mais uma Canção. E também dois curtas-metragens: Gildíssima e Rito Sumário. Seus filmes foram exibidos em vários festivais de cinema pelo país e na televisão. Foi diretor de cena nas produtoras Estação Filmes e Cubo Filmes. Atualmente é sócio diretor na Prosa Filmes.



Curso de Férias
A Arte de Contar Histórias
de Alexandre Derlam

Datas
24 e 25 de Fevereiro (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
Valor Promocional: R$ 75,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário: R$ 70,00

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras



Curso Charlie Chaplin - Edição de Férias






Apresentação

Charlie Chaplin, considerado uma das estrelas fundamentais dos primeiros dias de Hollywood, viveu uma vida interessante, tanto em seus filmes quanto por trás das câmeras. Ele é mais reconhecido como um ícone da era do cinema mudo, muitas vezes associado ao seu personagem mais popular, o eterno vagabundo "Carlitos", caracterizado como um homem simples e ingênuo, com o bigode escovinha, chapéu-coco, bengala de bambu, e um caminhar divertido. Mas para a história do cinema ele foi muito mais do que isto.


Foi um artista com ideias sociais e um diretor com características autoritárias. Suas obras foram evoluindo tecnicamente e Chaplin desenvolveu uma veia perfeccionista que resultou em filmes clássicos cultuados pelo grande público. Podemos ver ideias de Tempos Modernos(1936) em Carlitos no Armazém (The Floorwalker, 1916), assim como as bases de O Grande Ditador (1940) em Ombro, Armas (Shoulder, Arms, 1918).



O que levou Chaplin a criar Carlitos? Como sua vida pessoal se mistura com a sua arte? Quais as inspirações para os grandes clássicos?


Objetivos

O curso O Cinema de Charlie Chaplin: Do Pastelão à Crítica Social, ministrado por Christian Farias, vai analisar quatro pontos da vida de Charles Spencer Chaplin, fundamentais para entender e desvendar sua carreira: a vida, a obra, os problemas e os conflitos sociais que influenciaram suas ideias e sua herança cultural.



Temas

A vida de Charles Spencer Chaplin
A comédia no cinema mudo
A grande rivalidade: Chaplin, Harold Lloyd e Buster Keaton
As produções de Chaplin e a busca pela perfeição
As questões sociais por trás das obras
Os problemas políticos pessoais de Chaplin
Chaplin x Hitler
O Vagabundo
A comédia e o drama
A evolução da arte de Chaplin


Ministrante: Christian Farias

Graduado em Jornalismo e pós-graduado em Cinema pela PUCRS. É pesquisador e apaixonado por comédia clássica, tendo seu trabalho sobre Charlie Chaplin aceito como acervo no museu de Chaplin, na Itália. Já dirigiu dois curtas e participou de produções jornalísticas de rádio, internet e TV.



Curso de Férias
O Cinema de Charlie Chaplin:
Do Pastelão à Crítica Social
 de Christian Farias

Datas
17 e 18 de Fevereiro (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
Valor Promocional: R$ 75,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário: R$ 70,00

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

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Apoio
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Curso Cinema Gaúcho - Edição de Férias







Apresentação

Pensar na história do cinema é abrir um leque de possibilidades de abordagens que envolvem, por exemplo, os processos de produção, distribuição, divulgação, exibição, recepção, fomento, etc. Normalmente, voltamos o olhar para um dos produtos do processo de produção que é o filme de ficção e em longa-metragem, mas, e se em muitos momentos esse produto final não se realiza?


Essa perspectiva também faz parte da história do cinema. E no cinema feito no Rio Grande do Sul muitos foram os momentos em que se pensou que o estado seria a terra do curta-metragem ou a terra do cinejornal. A busca pela realização do longa-metragem ficcional movimentou o campo cinematográfico gaúcho ao longo de décadas. E ainda hoje o movimenta. Entender os motivos dessa busca e os percalços para atingir tal objetivo nos leva a compreender as especificidades do campo audiovisual no Rio Grande do Sul.



Para manter-se como polo produtivo importante, desde os anos 70, os realizadores precisaram desenvolver suas estratégias de produção: cinema de grupo, parcerias com emissoras de televisão, visão ampliada do audiovisual. Portanto, o modelo de produção audiovisual do Rio Grande do Sul está diretamente ligado às suas estratégias de sobrevivência, após décadas de dificuldades. Outra característica do cinema feito no estado são as temáticas dos filmes, que dialogam com a sua peculiar forma de ocupação do espaço e com um passado de guerras e de visões políticas dicotômicas.



Objetivos

O Curso História do Cinema Gaúcho, ministrado por Miriam de Souza Rossini, se propõe a analisar as condições de produção do cinema do estado ao longo de um século de existência, bem como observar algumas das construções temáticas e narrativas recorrentes na cinematografia do Rio Grande do Sul.




Conteúdos

Aula 1

Primeiras décadas, muitos percalços
Enfim o longa-metragem
Entre visões de cinema e conflitos geracionais
Parcerias para a sobrevivência


Aula 2

Cinema gaúcho ou cinema de Porto Alegre?
O litoral e as serras
O passado recontado em filmes



Ministrante: Miriam de Souza Rossini

Doutora em História (UFRGS), mestre em Cinema (USP) e graduada em Jornalismo (PUCRS) e História (UFRGS). Professora da Universidade do Rio Grande do Sul, onde leciona "Mídia Audiovisuais" no Departamento de Comunicação, e "Estética das Imagens Audiovisuais" no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação. É professora de "História do Cinema" há vinte anos e pesquisadora na área há quase trinta anos, já tendo ministrado cursos e palestras em diferentes instituições de ensino no Brasil e exterior. É autora do livro “Teixeirinha e o Cinema Gaúcho" (Fumproarte, 1996) e de diversos artigos e capítulos de livros sobre o cinema brasileiro.



Curso de Férias
História do Cinema Gaúcho
de Miriam de Souza Rossini

Datas
27 e 28 de Janeiro (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
Valor Promocional: R$ 75,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário: R$ 70,00

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

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Cine UM Produtora Cultural

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Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras

Curso Filmes & Sonhos - Edição de Férias








Apresentação

1895 foi um ano de convergências. Na noite do dia 23 para 24 de julho de 1895, Sigmund Freud teve seu sonho mais importante. A primeira projeção de cinema ocorreu em 25 de dezembro do mesmo ano. Teria Freud ido às primeiras projeções dos irmãos Lumière na cidade de Viena, em abril de 1896?


Desde seu início o cinema incluiu a linguagem onírica em suas narrativas. Ainda nos anos ’20 do século passado, quando o livro “A Interpretação dos Sonhos” popularizou-se pela Europa e pelo mundo, artistas e cineastas procuravam Freud, agradecidos pela influência do primeiro psicanalista em suas produções artísticas. Alguns tentaram, sem sucesso, a supervisão do gênio da alma humana para a produção de roteiros, influenciados por suas obras.


Com muito esforço e insistência, discípulos do pai da Psicanálise o convenceram a aceitar que os mesmos supervisionassem a construção de um roteiro de um importante cineasta do expressionismo alemão. Do cinema clássico ao contemporâneo, muitos filmes foram diretamente influenciados pelo pensamento psicanalítico.


Méliès, Pabst, Buñel/Dalí, Hitchcock, Bergman, Pasolini, Fellini e Kurosawa são exemplos de alguns diretores que utilizaram a psicanálise em cenas oníricas de seus roteiros. No Oscar de 2017, um dos filmes concorrentes ao prêmio máximo apresentava um sonho quase idêntico ao usado por Freud em seu livro mais famoso.


Público Alvo

Pessoas interessadas em Psicanálise, nos Sonhos e Cinema.
Não é necessário nenhum pré-requisito de formação e/ou atuação profissional para participar desta atividade.


Objetivos

O Curso Filmes & Sonhos: A Psicanálise no Cinema, ministrado por Leonardo Della Pasqua vai apresentar o desenvolvimento da teoria da interpretação dos sonhos na Psicanálise, relacionando os sonhos ao modo como são representados pelo Cinema, baseando as possibilidades de interpretação dos mesmos, utilizando os exemplos fílmicos para ilustrar os tipos de sonhos e modalidades de interpretação.


Conteúdo programático

Aula 1

- O cinema mudo:
1. O primeiro filme a utilizar sonhos em seu roteiro
2. A presença dos sonhos no cinema mudo
3. Os filmes oníricos do cinema mudo
- Georges Méliès e a intuição do inconsciente freudiano
- Georg Wilhelm Pabst e “Os mistérios da alma”
- Luis Buñuel, Salvador Dalì e o surrealismo onírico
- Sonhos no cinema clássico
- Hitchcock e a plasticidade do sonho
- Ingmar Bergman e o simbolismo onírico
- O livro dos sonhos de Federico Fellini
- A interpretação dos sonhos na obra de Pier Paolo Pasolini


Aula 2

- Sonhos no cinema moderno
- Os sonhos psicanalíticos na ótica de Woody Allen
- Sonhos de Kurosawa e a cena primária
- Exemplos de narrativa onírica em Pedro Almodóvar
- David Lynch e o moderno cinema onírico
- Anthony Hopkins e o sonho dentro do sonho
- Sonhos no cinema contemporâneo
- Michel Gondry e o cinema onírico
- Denis Villeneuve e a dimensão onírica dos roteiros
- Kenneth Lonergan e a atualidade de Freud


Ministrante: Leonardo Della Pasqua

Psicanalista. Psicólogo. Formado em psicanálise na escola Lo Spazio Psicoanalitico di Roma, Itália. Sócio-fundador do Laboratório Psicoanalitico Tiburtino, em Roma, na Itália, onde coordenou o evento “Cinema e Terceira Idade” por um período de três anos. Presidente da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul (Biênio 2011-2013), onde coordenou as atividades “Cinema e psicologia” e “Diálogos entre o direito e a psicologia”. Ministra a disciplina Teoria e Técnica Psicanalítica III no curso de formação em psicanálise do Círculo Psicanalítico do Rio Grande do Sul. Coordenador do curso “A interpretação dos sonhos na psicanálise: um laboratório onírico didático”, com diversas edições no Rio Grande do Sul.



Curso de Férias
Filmes & Sonhos: A Psicanálise no Cinema
de Leonardo Della Pasqua


Datas
13 e 14 de Janeiro (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
Valor Especial: R$ 75,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário: R$ 70,00

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
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Back in Black
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Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras


Curso Filme Noir








Apresentação

Noir, como objeto artístico, é “o gênero que nunca existiu”. Durante sua ocorrência original, localizada em algum ponto entre o princípio dos anos 40 e meados dos 50, nem indústria, nem crítica, nem público jamais utilizaram o termo, em terras americanas, em referência ao que hoje se cultura como Filme Noir.


Foram os franceses os seus criadores, e não os americanos. Privados de cinema hollywoodiano durante a Ocupação, os franceses viram-se diante de uma leva de filmes que incluía Relíquia Macabra (1941); Laura(1944); Até a Vista, Querida (1943); Pacto de Sangue (1944); Um Retrato de Mulher (1944); Assassinos (1946); A Dama do Lago (1946);Gilda (1946) e À Beira do Abismo (1946). Então, em 1946, o crítico e cineasta Nino Frank, em alusão à “série noire” (coleção editada na França contendo obras da literatura policial hard-boiled americana, base para a maioria desses filmes), cunhou o rótulo “Noir”.



Noir não é gênero, nem tom, nem estilo. É um fenômeno, e acima de tudo social. A maior prova de que existe? A fascinação que produz, o desejo que desperta: a “mística noir”.



Objetivo

O Curso FILME NOIR: CINEFILIA E SEXUALIDADE, ministrado por Fernando Mascarello, vai tratar das bases e do conceito que permeia toda a produção cinematográfica do período, enfocando com destaque a estética fílmica e o comportamento (a)moral das personagens, particularmente das femme fatales, figuras indissociáveis do imaginário clássico do Noir.






Temas

Afinal o que é Film Noir?
O contexto histórico
A invenção do termo na França
Noir, cinefilia e cinema de autor
Os EUA do pós-Segunda Guerra Mundial


Noir é gênero?
Definindo o Noir
O embate Masculino x Feminino
Femmes fatales e triângulos amorosos
A estética e a iconografia Noir





O termo Noir nos EUA
Neonoir ou o Noir contemporâneo
Cinefilia, sexualidade e o Noir



Ministrante: Fernando Mascarello

Doutor em Cinema pela ECA/USP, Professor do CRAV (Curso de Realização Audiovisual) e Coordenador da Especialização em Cinema na UNISINOS, organizador dos livros História do Cinema Mundial (7ª ed.) e Cinema Mundial Contemporâneo (2ª ed.). Já ministrou os cursos “Cinema de Autor” e “Neorrealismo Italiano: O Movimento e Seu Legado” pela Cine UM.



Curso
FILME NOIR: CINEFILIA E SEXUALIDADE
de Fernando Mascarello


Datas
16 e 17 / Dezembro (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 inscrições)
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714


Inscrições
cinemacineum.blogspot.com.br

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Editora Intrínseca
Back in Black
B&B Games

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras




Curso Quadrinhos no Cinema





Apresentação

O Cinema e os Quadrinhos surgiram praticamente juntos, no final do século XIX. Naquela época os experimentos cinematográficos buscavam o refinamento tecnológico que proporcionasse a experiência dos filmes em grande escala para audiências cada vez maiores. A própria gramática do Cinema não havia ainda encontrado sua forma definitiva naqueles tempos pioneiros. Simultaneamente, os Quadrinhos se consolidavam como uma forma popular e barata de "narrativa pictórica". Surgiam, portanto, novas formas de contar histórias, além da Literatura e do Teatro.


A ideia de narrativas ilustradas por imagens vem desde o tempo dos homens das cavernas, que rabiscavam suas "histórias" nas rochas. A inevitável aproximação dos Quadrinhos com o Cinema se deu desde os primeiros momentos. Os pioneiros irmãos Lumière (créditos historicamente como criadores do Cinema) buscaram inspiração numa "história em quadrinho" da época para um dos pequenos filmes curtos apresentados na histórica primeira sessão de cinema, em dezembro de 1895, num Café em Paris.


Há, sem dúvida, grandes diferenças entre a tela de cinema e uma página de revista, no entanto, as duas linguagens são em certa medida complementares, pois são fruto da cultura de massa. Por surgirem quase simultaneamente, Cinema e Quadrinhos compartilham características, sem perderem suas particularidades narrativas. Ao longo do tempo, em épocas distintas, se aproxima e se afasta do universo dos Quadrinhos. Atualmente estamos vivendo um dos momentos mais fortes desta relação. O espetacular resultado financeiro das adaptações cinematográficas da última década consolidou um formato hegemônico que conquista cada vez mais e mais público. Mas, fica a pergunta: "Até quando dura esta Era de Ouro?"




Objetivos

O Curso Quadrinhos no Cinema: Uma História Quadro a Quadro, ministrado por André Kleinert, vai passar a limpo a história da relação entre Cinema e Quadrinhos, analisando as linguagens; as principais adaptações; a estética dos Quadrinhos que influencia o Cinema e vice-versa; a importância das grandes editoras e a estratégia da indústria cinematográfica.


Não é necessário nenhum pré-requisito para participar desta atividade.
O curso é aberto ao público em geral interessado no tema.


  

Temas

- Como ocorre a aproximação entre os Quadrinhos e Cinema? Os pontos em comum entre as linguagens formais das duas mídias.
- Universos paralelos / Universo único: os níveis de realidade em que Cinema e Quadrinhos se relacionam.
- Origens das indústrias cinematográficas e dos quadrinhos: perspectiva e semelhanças históricas.
- Cineastas quadrinistas ou Quadrinistas cineastas? Artistas que transitam entre as duas mídias;
- Seriados cinematográficos: os primórdios das primeiras transposições cinematográfica dos quadrinhos.


- Marvel e DC: breve história editorial e a saga de seus principais heróis na tela grande.
- Alan Moore e Frank Miller: a acidentada trajetória de dois mestres no cinema.
- Mark Millar: um exemplo de como se opera em termos criativos e comerciais a relação entre o cinema e os quadrinhos na atualidade.
- As principais escolas e gêneros dos Quadrinhos adaptados para o Cinema. Quadrinhos underground e independentes norte-americanos.


- Terror: como as editoras EC Comics e Warren Publishing influenciaram o horror cinematográfico moderno.
- França: Metal HurlantAsterix e Lucky Luke.
- Itália: TexDanger Diabolik e o vasto universo dos fumetti.
- Japão: Mangás - samurais, ficção científica, magia e super-heróis.
- Brasil: O talento multimídia de José Mojica Marins (Zé do Caixão); Ivan Cardoso e Paulo Biscaia Filho.




Ministrante: André Kleinert

Autor (juntamente com Hiron "Goida" Goidanich) da "Enciclopédia dos Quadrinhos" (Editora L&PM). Membro da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (ACCIRS) e diretor de programação do Clube de Cinema de Porto Alegre. Escreve regularmente sobre cinema e música. Criador do blog "Anti-Dicas de Cinema".



Curso
QUADRINHOS CINEMA:
UMA HISTÓRIA QUADRO A QUADRO
de André Kleinert

Datas
25 e 26 / Novembro (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 inscrições)
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714


Inscrições
cinemacineum.blogspot.com.br

Realização
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Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras



Curso Cinema no Leste Europeu









Apresentação

“Há um buraco na minha cortina”, canta uma aspirante a estrela do rock num dos primeiros filmes de Miloš Forman, Concurso. O refrão parece tripudiar do cenário que favoreceu não apenas a existência de um jovem cinema no país, mas toda a onda de novos cinemas em terras que viviam estreitamente vigiadas entre os anos 1950 e 60. Certamente não estava no roteiro dos burocratas que grandes nomes do leste como Jerzy Skolimowski, Věra Chytilová , Miklós Jancsó e Dušan Makavejev, entre outros, construíssem, ainda que de forma breve, uma filmografia radical e sólida em seus próprios territórios, a ponto de serem rapidamente alçados ao pódio das referências cinematográficas modernas dos anos 1960.



Nesse período, rupturas jovens surgiram em países como a Polônia, onde duas gerações importantes se formaram, a dos anos 1950, capitaneada por nomes como Andrzej Wajda, Andrzej Munk e Jerzy Kawalerowicz, e a dos anos 1960, tendo Roman Polanski e Jerzy Skolimowski na linha de frente; e a Hungria, que paradoxalmente afrouxou algumas correntes após a invasão soviética, em 1956, e revelou nomes importantes na década de 1960 como István Szabó, Miklós Jancsó e Márta Mészáros. Na Tchecoslováquia, a nova geração foi tão revolucionária que ganhou a alcunha de “o milagre do filme tcheco”. Tornou-se respeitada entre a crítica na Europa e premiada no tapete vermelho de Hollywood. Embora a Iugoslávia de Josif Tito não fizesse parte da fronteira desenhada pelo Pacto de Varsóvia, a existência de um jovem cinema no país, a black wave de Dušan Makavejev e Aleksandar "Saša" Petrović, teve uma história similar à das outras repúblicas socialistas do leste europeu, com uma série de obras radicais, nos sentidos político e estético, num curto espaço de tempo.


Objetivos

O curso O Cinema Moderno no Leste Europeu, ministrado por Leonardo Bomfim, aborda as principais características das rupturas realizadas em quatro países (Polônia, Tchecoslováquia, Hungria e Iugoslávia), como a tendência ao absurdo e ao surrealismo, as transgressões das noções clássicas do cinema, a autocrítica política e comportamental, a relação com a tradição e com o realismo socialista.
O curso oferece um panorama dos novos cinemas do países a partir da obra de quatro cineastas essenciais: Jerzy Skolimowski, Věra Chytilová, Miklós Jancsó e Dušan Makavejev, autores de marcos da vanguarda dos anos 1960 como As Pequenas MargaridasO Fruto do ParaísoW.R. - Mistérios do OrganismoBarreira e Vermelhos e Brancos.


Conteúdo programático

Aula 1

- Panorama sobre o cinema do Leste Europeu
- Jerzy Skolimowski e a Escola de Lodz na Polônia
- Věra Chytilová e a Nova Vlnà da Tchecoslováquia


Aula 2

- A onda eslovaca da Nova Vlnà
- A Hungria de Miklós Jancsó
- Dušan Makavejev  e a Black Wave Iugoslava
  

Ministrante: Leonardo Bomfim


Jornalista e Mestre em Comunicação Social (PUCRS). Membro da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (ACCIRS). Curador das mostras "Cinema Marginal" e "Cinema Black", realizadas na sala de cinema P. F. Gastal. Diretor do documentário em longa-metragem Nas Paredes da Pedra Encantada (2011). Publicou artigos em revistas como Teorema; Norte; Noize e em sites como Senhor F; Fronteiras do Pensamento e Rock Press. Editou o site Freakium, sobre cultura pop, música e cinema, de 2005 a 2007. Já ministrou os cursosNovos Cinemas dos Anos 60Brian De Palma: O Poder da Imagem;Lumiére, Méliès & Outros Pioneiros, Cinema Marginal Brasileiro e A Gênese da Nova Hollywood pela Cine UM.



Curso
O Cinema Moderno no Leste Europeu
de Leonardo Bomfim


Datas
11 e 12 de Novembro (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 vagas) * Valor promocional esgotado *
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Editora Intrínseca
Back in Black
B&B Games

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras




Curso Desconstruindo Woody Allen







Apresentação

Cineasta, roteirista, escritor, ator e músico, Allan Stewart Konigsberg, é o diretor de cinema mais identificado com Nova Iorque, a metrópole onde nasceu e desenvolveu sua carreira. Homem das letras e do Jazz, de humor refinado e sarcástico, Woody Allen construiu uma sólida e extensa filmografia. Hoje ocupa na indústria uma posição privilegiada para um cineasta já está prestes a completar 80 anos. Com prestígio inabalável, ainda que não seja exatamente um campeão de bilheterias, o cineasta mantém uma impressionante marca de produção: realiza em média um filme por ano há mais de três décadas.


Woody Allen começou a trabalhar como redator de comédia e humor na década de 50, inicialmente para a televisão e o teatro. Na virada da década venceu sua reconhecida timidez e encarou o palco atuando em antológicas apresentações solo de comédia stand up. Logo foi reconhecido por seu talento peculiar que unia humor, crítica e ironia em piadas impagáveis. Em rápido destaque na indústria do entretenimento, Allen logo foi convidado para escrever também para o cinema. Iniciou então uma carreira de roteirista, cujo primeiro trabalho foi o longa-metragem O Que é Que Há, Gatinha? de 1965. Já no ano seguinte estreia como diretor com a comédia What's Up, Tiger Lily?, que no Brasil recebeu o título de O Que Há, Tigresa?. A partir destas duas experiências Woody Allen passa a se dedicar quase que exclusivamente para o cinema.


Desde então foram mais de 50 longas-metragens como diretor, roteirista e ator. Em 1977 recebe a consagração da Academia ao receber quatro prêmios Oscar (Filme, Roteiro, Direção e Atriz) pela comédia Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall). Woody Allen já foi indicado 23 vezes para a maior premiação do cinema norte-americano. Destas indicações, 16 delas foram para o Oscar de Melhor Roteiro, um recorde na categoria. No entanto, apesar de toda esta atenção da Academia para seu trabalho, Woody Allen mantém uma distância regulamentar de Hollywood. Ao invés de comparecer à cerimônias de entrega do Oscar, Allen prefere ir tocar clarinete com seu grupo de Jazz no Bar Carlyle de Nova Iorque.


Woody Allen se descreve da seguinte maneira:

"As pessoas sempre se enganam em duas coisas sobre mim: pensam que sou um intelectual, porque uso óculos, e que sou um artista, porque meus filmes sempre perdem dinheiro".


Objetivos

O curso Desconstruindo Woody Allen, ministrado por Josmar Reyes, vai explorar toda a filmografia do realizador a partir de um olhar analítico sobre sua obra. O curso ressaltará os aspectos narrativos, estéticos e técnicos, bem como as particularidades da carreira do diretor e suas influências artísticas. Serão abordados também os temas recorrentes em seus filmes, assim como curiosidades relativas à produção de seus filmes.


Não é necessário nenhum pré-requisito para frequentar esta atividade.
O curso é aberto a todos os interessados.


Temas

- O início da carreira
- A consagração de "Annie Hall" e "Manhattan"
- Da comédia ao drama
- Cinema e Psicanálise: as neuroses de um cineasta
- As principais influências: Bergman, Truffaut e Fellini
- Experiências fora dos EUA




Ministrante: Josmar Reyes

Doutor em Ciências da Comunicação e da Informação, Novas Tecnologias e Artes do Espetáculo (Université de Paris III - Sorbonne Nouvelle). Professor do Curso de Realização Audiovisual (Unisinos) e do Curso de Comunicação Social (UNISC). Licenciado em Letras / Português - Francês (UFRGS) e Mestre em Estudos Francófonos (UFRGS). Já ministrou os cursos “Todas as Cores de Pedro Almodóvar” e “Nouvelle Vague do Cinema Coreano” pela Cine UM.



Curso
Desconstruindo Woody Allen
de Josmar Reyes

Datas
28 e 29 de Outubro (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 inscrições)
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Editora Intrínseca
Back in Black
B&B Games

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras



Curso Fritz Lang









Apresentação

O austríaco Fritz Lang foi um diretor que, além de ser um dos pioneiros da arte cinematográfica, literalmente, viveu metade de sua vida na Alemanha, e a outra metade em Hollywood. Dono de uma cinematografia que soma o número astronômico de quase 50 filmes, Lang produziu obras que hoje são referências não apenas para cinéfilos, como igualmente para os estudiosos.


Em sua vida, passou por alguns dos mais turbulentos acontecimentos do século XX: a 1ª Guerra Mundial, a ascensão e a queda do Nazismo e a Guerra Fria. Entretanto, além destes acontecimentos, sua vida foi permeada de acontecimentos fantásticos e fatalidades que levam muitos estudiosos e pesquisadores a se perguntar o que, de fato, é parte de sua biografia e o que pode, na verdade, ter sido uma grande performance por parte do diretor.


A imagem que nos vem à cabeça não é a do imigrante germânico que se refugia na América para dar continuidade ao seu trabalho, assim como foi com diversos artistas exilados, fugitivos do Nazismo, mas sim, o de um homem sério, com forte sotaque alemão, odiado por seus colegas e subordinados, e cujo monóculo é quase o estereótipo do general ditador. Sua vasta filmografia é considerada por Michel Mourlet como “(...) um itinerário que nada mais é do que o próprio cinema contemplado em seu conjunto” e é parada obrigatória para todos os amantes da 7ª Arte.


O curso fará um passeio intercontinental, mostrando as fases alemã e americana do diretor; como Lang se apropriou da chegada do som no cinema; as temáticas recorrentes de seus filmes; mitos e curiosidades sobre suas obras; lendas, mistérios e enigmas de sua biografia; e exibição de trechos de algumas de suas entrevistas, e discussão e exibição de cenas de filmes como A Morte Cansada (1921), A Mulher na Lua (1929), M, O Vampiro de Düsseldorf (1931), Metrópolis (1926), O Homem Que Quis Matar Hitler (1941), entre outros.


Objetivos

O curso Fritz Lang: O Arquiteto das Sombras, de Janaina Gamba, tem como proposta homenagear o diretor no ano de seu 127º ano de seu aniversário, discutindo e analisando diversos aspectos de suapersona e de sua prolífica filmografia, entendendo como o diretor foi para além de seu tempo, se tornando referência para diversos outros diretores.


Conteúdo programático

Aula 1 – Fase Alemã
Era Silenciosa 1 (1921 – 1924): Início da carreira cinematográfica de Fritz Lang até a produção de seu primeiro épico.
Era Silenciosa 2 (1925 – 1929): Fritz Lang se torna um dos maiores diretores da maior companhia cinematográfica da Europa e produz filmes ousados.
A chegada do som: O diretor se apropria da tecnologia sonora em seus filmes.


Aula 2 – Fase Americana

Temáticas recorrentes: A unidade da obra de Fritz Lang.
Trilogia social: Como a luta pela democracia na indústria norte-americana afetou o realizador.
Volta à Alemanha: A saída de Hollywood, seu breve retorno à Europa e o fim da carreira.


Ministrante: Janaína Gamba

Mestra e Doutoranda em Comunicação Social (PUCRS). Apaixonada por vilões, e pesquisadora do assunto desde 2011, recentemente lançou o livro “Cara de Vilão”, onde analisa diversos aspectos da figura do Vilão em filmes de horror Já ministrou o curso "Vilões do Cinema: Nossos Malvados Favoritos" pela Cine UM em 2015.





Curso
Fritz Lang: O Arquiteto das Sombras
de Janaína Gamba



Datas
14 e 15 de Outubro (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 inscrições)
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Editora Intrínseca
Back in Black
B&B Games

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras




Curso A Representação da Infância no Audiovisual

Datas dos encontros: 03/10, 04/10 e 05/10
Horário: das 19h às 21h
Local: Sala Multimídia da Cinemateca Capitólio Petrobras

Inscrições pelo e-mail: alfabetizacaoaudiovisual@gmail.com






Curso Filme Comédia - O Cinema Que Faz Rir







Apresentação

Conceitualmente o filme cômico se caracteriza pela inclusão de gags, piadas, cenas e sequências de humor (visuais ou verbais) em meio à narrativa, com o objetivo explícito de provocar o riso da plateia (gozo sensorial). A comédia está presente no cinema desde os primórdios de sua existência. Na verdade, não havia como ser de outra forma, se levarmos em conta que os primeiros filmes eram exibidos como atrações de feiras e parques de diversões. Existiam essencialmente como produto de entretenimento. Em termos históricos, a considerada primeira comédia do cinema está completando 120 anos. Foi O Regador Regado, realizado pelos irmãos Lumière em 1896.


A comédia, como gênero cinematográfico, estabeleceu-se ainda no período do cinema mudo. A impossibilidade de utilizar sons para transmitir a comicidade foi fundamental para o desenvolvimento do humor visual. A graça estava toda nas situações e ações externas dos personagens. Aquele foi um período do chamado “humor pastelão” que explorou muitas tortas na cara, muitas perseguições, correrias e a velocidade de um mundo que estava em constante evolução industrial.


Sabidamente o homem é o único animal que ri e rindo, reflete sobre a sua própria imagem. A comédia, portanto, representa o homem e suas imperfeições. Nos anos 1920 a comédia de costumes fez escola no cinema norte americano e depois se espalhou mesclando com outros gêneros. A comédia musical, a comédia de erros e a comédia erótica são subgêneros que perpassaram a história do cinema.


No Brasil temos o início do Teatro de Revista, na década de 1930 e a tradição dos espetáculos de atrações. O ciclo da Chanchada no cinema brasileiro, a comédia popular e o filme musical. A comédia popular cinematográfica dos anos 1970, a Pornochanchada, chegou também a influenciar os programas de televisão. As comédias de costumes são influenciaram fortemente os filmes europeus e latinos americanos. Por fim, chegamos ao atual momento das comédias populares contemporâneas no cinema brasileiro.


Objetivos

O Curso Filme Comédia: O Cinema Que Faz Rir, ministrado por Flávia Seligman, vai desenvolver uma análise da evolução do gênero da Comédia no cinema mundial e também brasileiro. Serão revisitados os grandes filmes, os realizadores e atores de destaque deste gênero que surgiu já no nascimento do cinema há 120 anos. Trechos de obras clássicas e representativas serão exibidos e comentados durante o curso.


Conteúdo das aulas

Aula 1
- A história do riso e suas particularidades. O riso no teatro, na literatura e no princípio do cinema.
- Os filmes mudos, as pequenas comédias de costumes. A comédia norte-americana dos anos 1920.
- O Slapstick, gênero de comédia cinematográfica onde predominam as cenas de ação física.
- A evolução do gênero dentro da indústria norte americana de cinema: a comédia popular, a comédia musical, a comédia independente.
- O Sitcom e as séries de televisão com personagens comuns e humor cotidiano.



Aula 2
- A comédia pelo mundo. A tradição da comédia francesa e a sua representação no cinema. A comédia de costumes no cinema latino americano.
- A comédia no Brasil, o folhetim, o teatro de revista e a comédia no cinema.
- A Chanchada e o filme carnavalesco dos anos 1940 e 1950.
- A Pornochanchada dos anos 1970 e a comédia erótica.
- A “Globochanchada” e a comédia de costumes contemporânea, no cinema e na televisão.


Ministrante: Profª Dra. Flávia Seligman

Bacharel em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Famecos / PUC RS (1986). Mestre (1990) e Doutora (2000) em Cinema pela ECA/USP. Professora do Curso de Realização Audiovisual e do Curso de Jornalismo da Unisinos - RS, nas áreas de Estética, Cinema Brasileiro, Televisão e Produção. Professora de Cinema e de Semiótica, dos Cursos de Design e Jornalismo da ESPM - SUL em Porto Alegre.
Diretora, produtora e roteirista. Desenvolveu a pesquisa "Globo Filmes para um Globo Público" junto ao Núcleo de Pesquisas e Publicações da ESPM–Sul. Dirigiu os curtas metragens O Último Chocolate (2013) e O Fusca e a Dona Hortência (2014), selecionados pelo projeto Histórias Curtas, da RBS TV, com exibições na TV aberta e na TV paga (Canal Brasil). Já ministrou o curso “Cinema Brasileiro nos Anos de Chumbo”.



Curso
FILME COMÉDIA: O CINEMA QUE FAZ RIR
de Flávia Seligman

Datas
30/Set. e 01/Out. (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 inscrições)
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Editora Intrínseca
Back in Black
B&B Games

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras




Curso Filmes & Sonhos

Mais informações: http://cinemacineum.blogspot.com.br/


.....TURMA EXTRA.....



Apresentação

1895 foi um ano de convergências. Na noite do dia 23 para 24 de julho de 1895, Sigmund Freud teve seu sonho mais importante. A primeira projeção de cinema ocorreu em 25 de dezembro do mesmo ano. Teria Freud ido às primeiras projeções dos irmãos Lumière na cidade de Viena, em abril de 1896?


Desde seu início o cinema incluiu a linguagem onírica em suas narrativas. Ainda nos anos ’20 do século passado, quando o livro “A Interpretação dos Sonhos” popularizou-se pela Europa e pelo mundo, artistas e cineastas procuravam Freud, agradecidos pela influência do primeiro psicanalista em suas produções artísticas. Alguns tentaram, sem sucesso, a supervisão do gênio da alma humana para a produção de roteiros, influenciados por suas obras.


Com muito esforço e insistência, discípulos do pai da Psicanálise o convenceram a aceitar que os mesmos supervisionassem a construção de um roteiro de um importante cineasta do expressionismo alemão. Do cinema clássico ao contemporâneo, muitos filmes foram diretamente influenciados pelo pensamento psicanalítico.


Méliès, Pabst, Buñel/Dalí, Hitchcock, Bergman, Pasolini, Fellini e Kurosawa são exemplos de alguns diretores que utilizaram a psicanálise em cenas oníricas de seus roteiros. No Oscar de 2017, um dos filmes concorrentes ao prêmio máximo apresentava um sonho quase idêntico ao usado por Freud em seu livro mais famoso.


Público Alvo

Pessoas interessadas em Psicanálise, nos Sonhos e Cinema.
Não é necessário nenhum pré-requisito de formação e/ou atuação profissional para participar desta atividade.


Objetivos

O Curso Filmes & Sonhos: A Psicanálise no Cinema, ministrado por Leonardo Della Pasqua vai apresentar o desenvolvimento da teoria da interpretação dos sonhos na Psicanálise, relacionando os sonhos ao modo como são representados pelo Cinema, baseando as possibilidades de interpretação dos mesmos, utilizando os exemplos fílmicos para ilustrar os tipos de sonhos e modalidades de interpretação.


Conteúdo programático

Aula 1

- O cinema mudo:
1. O primeiro filme a utilizar sonhos em seu roteiro
2. A presença dos sonhos no cinema mudo
3. Os filmes oníricos do cinema mudo
- Georges Méliès e a intuição do inconsciente freudiano
- Georg Wilhelm Pabst e “Os mistérios da alma”
- Luis Buñuel, Salvador Dalì e o surrealismo onírico
- Sonhos no cinema clássico
- Hitchcock e a plasticidade do sonho
- Ingmar Bergman e o simbolismo onírico
- O livro dos sonhos de Federico Fellini
- A interpretação dos sonhos na obra de Pier Paolo Pasolini


Aula 2

- Sonhos no cinema moderno
- Os sonhos psicanalíticos na ótica de Woody Allen
- Sonhos de Kurosawa e a cena primária
- Exemplos de narrativa onírica em Pedro Almodóvar
- David Lynch e o moderno cinema onírico
- Anthony Hopkins e o sonho dentro do sonho
- Sonhos no cinema contemporâneo
- Michel Gondry e o cinema onírico
- Denis Villeneuve e a dimensão onírica dos roteiros
- Kenneth Lonergan e a atualidade de Freud


Ministrante: Leonardo Della Pasqua

Psicanalista. Psicólogo. Formado em psicanálise na escola Lo Spazio Psicoanalitico di Roma, Itália. Sócio-fundador do Laboratório Psicoanalitico Tiburtino, em Roma, na Itália, onde coordenou o evento “Cinema e Terceira Idade” por um período de três anos. Presidente da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul (Biênio 2011-2013), onde coordenou as atividades “Cinema e psicologia” e “Diálogos entre o direito e a psicologia”. Ministra a disciplina Teoria e Técnica Psicanalítica III no curso de formação em psicanálise do Círculo Psicanalítico do Rio Grande do Sul. Coordenador do curso “A interpretação dos sonhos na psicanálise: um laboratório onírico didático”, com diversas edições no Rio Grande do Sul.



Curso
* Turma Extra *
Filmes & Sonhos: A Psicanálise no Cinema
de Leonardo Della Pasqua


Datas
09 e 10 de Setembro (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário: R$ 80,00

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Editora Intrínseca
Back in Black
B&B Games

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras













Curso Elvis Presley

Mais informações: http://cinemacineum.blogspot.com.br/




Apresentação

Rei do Rock? Cantor mediano? Voz inconfundível? Somente um rosto bonito entre roqueiros lendários? As opiniões sobre Elvis Presley variam, mas seu impacto na cultura pop global é unânime. Resultado de uma estratégia de comunicação e marketing que o tornou uma das maiores estrelas de seu tempo, Elvis transitou entre mídias e teve no cinema um aliado importante. Atuou em 31 filmes entre 1956 e 1969, tendo bom desempenho em títulos como O Prisioneiro do Rock (1957), Balada Sangrenta (1958), Feitiço Havaiano (1961) e Amor a Toda Velocidade(1964).


Para marcar os 40 anos da morte do ídolo, o curso vai vasculhar a longa produção cinematográfica do roqueiro, destacando as cenas das produções mais importantes sempre as relacionando a contextos histórico-culturais, bastidores ou curiosidades. A experiência de Elvis Presley no cinema também será observada pelo ponto de vista documental, ficcional e por meio de concert movies e biopics lançados após sua morte, entre 1979 e 2016.




Objetivos

O Curso Elvis Presley em Hollywood – It’s Now or Never, ministrado por Danilo Fantinel, vai revisitar a carreira do rei do rock em sua experiência muito bem sucedida como estrela de cinema. A biografia de Elvis Presley será passada a limpo com especial atenção para as inovadoras estratégias de comunicação e marketing desenvolvidas especialmente para o artista, que viraram regra a partir de então. A passagem de Elvis Presley por Hollywood provocou forte impacto cultural na sociedade, revelando novas possibilidades de diálogo entre o cinema e a música. O curso será fartamente ilustrado com cenas famosas e icônicas de vários filmes do artista, que nos auxiliarão a identificar o legado artístico de Elvis Presley também universo do cinema.



Conteúdo programático

Aula 1

- Biografia e impacto cultural
- Elvis, música e cinema
- Principais filmes como ator (1956 – 1969)


Aula 2

- Documentários, biopics e concert movies (1970 – 2016)
Aloha from Hawaii e especiais para a TV
- Filmes ficcionais sobre o ídolo pós-morte



Ministrante: Danilo Fantinel

Doutorando em Comunicação e Informação (UFRGS), estuda as relações entre o cinema e o imaginário antropológico. Cobre shows nacionais e internacionais há 17 anos, incluindo festivais de música no Brasil e no exterior. Colaborador da revista “Veja” e integrante da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (ACCIRS). Publica críticas no portal “Papo de Cinema”. Ministrou o curso Rock'n Cine: A História do Rock’n’Roll no Cinema pela Cine Um, e também na Unisinos e no Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS).





Curso

Elvis Presley em Hollywood:
It's Now or Never

de Danilo Fantinel


Datas
05 e 06 de Agosto (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 inscrições)
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Editora Intrínseca
Back in Black
Cine Victória
B&B Games

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras


Curso Slasher Movies




Apresentação

Durante décadas, jovens personagens de filmes de horror tiveram mortes tenebrosas pelas mãos de pérfidos psicopatas, geralmente mascarados, que esbanjam criatividade (e crueldade) na hora de eliminar seus alvos. A frequência desses massacres e a quantidade de filmes enfocando o genocídio adolescente deram origem a um subgênero: os Slasher Movies ("Slash" é o termo em inglês para "retalhar" ou "cortar").



Embora filmes sobre pessoas sendo sistematicamente assassinadas por psicopatas misteriosos já existam desde os primórdios do cinema, foi a estreia de Halloween (1978), de John Carpenter, que imortalizou os cânones do subgênero e as suas "regras", como a protagonista virginal que sobrevive para enfrentar o assassino mascarado enquanto seus amigos que fazem sexo são mortos impiedosamente. Claro que Carpenter não criou tudo isso do zero: vários desses elementos já apareciam, isoladamente, em produções dos anos 1930.

Mas foi a partir de Halloween que começou a chamada era de ouro" dosSlasher Movies: durante quase 10 anos, entre 1978 e 1986, centenas de produções foram realizadas no mundo inteiro, reunindo um variado grupo de vilões mascarados, as mortes mais criativas que a equipe de efeitos especiais pudesse conceber e muitos, mas muitos litros de sangue.

Embora nunca tenham realmente desaparecido, os slashers sofreram um período de decadência pós-1986, em grande parte pelo excesso de filmes e pela falta de criatividade que impedia de distinguir uma produção da outra. Até que o sucesso de Pânico (1996), de Wes Craven, garantiu uma sobrevida ao subgênero e toda uma nova geração de jovens viu-se na mira de novos assassinos mascarados. Assim, a exemplo dos vilões mascarados mais famosos desse subgênero, osSlasher Movies nunca morrem e continuam à solta para aterrorizar a próxima geração de adolescentes.

NÃO É NECESSÁRIO NENHUM PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAR DESTA ATIVIDADE. O CURSO É ABERTO A TODOS OS INTERESSADOS.



Objetivos

O curso SLASHER MOVIES: VIRGENS, MASCARADOS E LITROS DE SANGUE, ministrado por Felipe M. Guerra, tem como objetivo explorar a história desse subgênero e estudar o seu impacto na cultura popular. As origens dos Slashers Movies serão apresentadas desde as suas raízes, com o Teatro Grand Guignol, na França, e os livros baratos de mistério e assassinato, passando pelos chamados "proto-slashers", filmes que começaram a lançar as bases para esse tipo de produção, chegando até a produção contemporânea. O objetivo é criar um panorama variado de como surgiram os Slasher Movies e suas "regras", enfocando também as produções mais famosas do ciclo.



Conteúdo programático

Aula 1

Rastreando as origens
- Do Teatro Grand Guignol a Jack, O Estripador; de Agatha Christie a Edgar Wallace.

O que é um Slasher Movie?
- Porque Sexta-feira 13 é um Slasher Movies e Seven não é?
- As regras e características que permitem identificar este subgênero, e como elas sofrem poucas modificações de um filme para outro.

Os avós dos Slasher Movies
- Uma análise sobre os "Proto-Slashers", filmes de horror e mistério produzidos entre as décadas de 1930-70 que já trazem elementos que depois serão imortalizados pelos Slasher Movies.

Halloween e o início da Era de Ouro
- O sucesso do filme de John Carpenter e os cânones do slasher.
- O início da Era de Ouro e as principais produções: Sexta-feira 13;Prom NightFeliz Aniversário Para MimDia dos Namorados Macabro e outras (e suas continuações).




Aula 2

O início do fim da Era de Ouro
- Porque A Noite das Brincadeiras Mortais é o último grande Slasher Movie clássico?
- O subgênero se banaliza e crianças começam a idolatrar Freddy e Jason.

Por trás dos Slashers
- Tentando levar os Slasher Movies a sério.
- Sexualidade e moralismo nos clássicos do gênero.

A estreia de Pânico e um novo ciclo
- Como o filme de Wes Craven apresentou os Slasher Movies a uma nova geração.

Quando o subgênero vira piada
Slasher cômicos que não se levam a sério e brincam com os clichês do gênero, de Student Bodies (1981) a Todo Mundo em Pânico (2000).



Ministrante: Felipe M. Guerra

Jornalista e cineasta independente, apaixonado por Filmes B, em particular pelos Slasher Movies. Escreveu textos e matérias para o siteBoca do Inferno, onde publicou artigos sobre séries como Sexta-Feira 13A Hora do Pesadelo. Criou um blog próprio (Filmes para Doidos) onde escreve resenhas sobre cinema. Como cineasta independente, manifesta sua admiração pelos slashers ao homenagear o subgênero nos curtasEntrei em Pânico ao Saber o que Vocês Fizeram na Sexta-feira 13 do Verão Passado - Partes 1 e 2. Já ministrou o curso “O Cinema Hiperlink de Quentin Tarantino” pela Cine UM.



Curso
Slasher Movies:
Virgens, mascarados e litros de sangue
de Felipe M. Guerra

Datas
22 e 23 de Julho (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h
Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito ou transferência bancária:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 inscrições)
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 99320-2714


Realização

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