segunda-feira, 25 de julho de 2016

Grandes Obras Francesas




A partir de 28 de junho, a Cinemateca Capitólio apresenta a mostra Grandes Obras Francesas, com a exibição de filmes de realizadores de diferentes gerações da cinematografia da França, como Jean Renoir, Julien Duvivier, Robert Bresson, Alain Resnais,Chris Marker, Jacques Doillon e Abdellatif Kechiche. Realização da Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia de Porto Alegre em parceria com a Embaixada da França, a Cinemateca da Embaixada da França no Brasil e o Institut Français, a mostra segue em cartaz até o final de julho.

A Cinemateca Capitólio é um equipamento da Secretaria da Cultura de Porto Alegre. O projeto de restauração e de ocupação daCinemateca Capitólio foi patrocinado pela Petrobras, Banco Nacional deDesenvolvimento Econômico e Social – BNDES eMinistério da Cultura. O projeto também contou com recursos da Prefeitura de Porto Alegre, proprietária do prédio, e realização daFundação CinemaRS – FUNDACINE.

GRANDES OBRAS FRANCESAS

Pinga Fogo
(Poil de carotte, França 1932, 80).
De Julien Duvivier, com Catherine Fonteney, Christiane Dor Gauthier, Colette Segall, Harry Baur, Louis Gauthier, Robert Lynen.

François Lepic tem 12 anos, cabelos ruivos e é cheio de sardas. Por isto o chamam de ruço. Caçula de uma mãe tirânica que reserva seu carinho ao filho mais velho, Félix, sonso e preguiçoso. O pai é indiferente, mais preocupado com as próximas eleições municipais. Desesperado, François, o ruço, tenta o suicídio várias vezes. Um dia, o pai prevenido a tempo, consegue chegar e salvar a infeliz criança. Pela primeira vez, o pai vai conversar com o filho. Dali em diante, o ruço terá um defensor contra a mãe.

As Damas do Bois de Boulogne
(Les Dames du bois de Boulogne, França 1945, 90 minutos)
De Robert Bresson, com Jean Marchat, Maria Casares, Paul Bernard

Para se vingar de seu amante que a abandonara, uma mulher do mundo arma-lhe um casamento com uma jovem de bordel, com a cumplicidade de sua mãe. Realizado no duro inverno que se seguiu à liberação de Paris, este filme, na época mal recebido, é hoje uma obra-prima moderníssima do cinema.


French Can Can
(French Cancan, França 1955, 112 minutos).
De Jean Renoir, com Françoise Arnoul, Jean Gabin, Michel Piccoli
Danglard é o diretor de uma casa de espetáculos em Montmartre: o Paravent Chinois. Sua amante, uma atriz chamada de Belle Abbesse, é a estrela do lugar. Para atrair uma clientela burguesa, ele decide relançar uma dança fora de moda, o cancan, e construir um novo estabelecimento: o Moulin Rouge. E lá, graças aos sentimentos do príncipe Alexandre, a jovem lavadeira Nini se tornará uma nova estrela.


O Batedor de Carteiras
Pickpocket, França, 1959, 70 minutos).
De Robert Bresson, com Jean Pelegri, Martin Lassale, Pierre Etaix, Pierre Lemarie.
Michel, um jovem que começa a bater carteiras por prazer e pela emoção do roubo, acaba fazendo disso uma compulsão. Ele é preso, percebe o choque que isso causa em sua mãe e em seus amigos e reflete sobre seus atos. Porém, depois de solto, ele se junta a um ladrão veterano e volta ao crime. Sua consciência pesa, bem como a memória de sua mãe. Também a presença de Jeanne, uma jovem por quem se apaixona, lhe faz pensar em deixar o crime, o que acontece de forma irônica. Bresson revela o cotidiano e as fixações de um jovem batedor de carteiras que encontra nesta atividade criminosa uma verdadeira forma de expressão. A frieza do tratamento, o rigor e a economia dos efeitos psicológicos faz deste filme um grande clássico da escola Bresson. Inspirado em Crime e Castigo, de Dostoievski.

Curtas de Alain Resnais

Guernica
(França 1950, 13 minutos). De Alain Resnais.
O bombardeamento da cidade de Guernica pela aviação nazista, em favor de Franco, é evocado através do afresco de Picasso e de outras de suas obras.

As Estátuas Também Morrem
Les Statues meurent aussi, França 1953, 29 minutos)
De Alain Resnais, Chris Marker
Um documentário sobre a arte negra torna-se um panfleto anti-colonialista e anti-racista. Neste potente poema, ritmado pelas formas das estátuas africanas e pelo texto de Chris Marker, expõe-se a opressão e a destruição de uma arte e de um povo por outro povo.

Noite e Neblina
Nuit et Brouillard, França 1955, 32 minutos).
De Alain Resnais.
Um dos mais importantes documentários da história do cinema mundial. Realizado em 1955, a partir de um convite feito ao cineasta Alain Resnais pelo Comitê da História da Segunda Guerra Mundial, o filme tinha como objetivo comemorar o segundo aniversário da libertação dos campos de concentração. Mas o impacto das imagens de Noite e Neblina, que ainda hoje assombram a humanidade, e do texto do escritor Jean Cayrol, um ex-prisioneiro do campo de Orianemburgo, suplantaram a sua intenção de memorial dos desaparecidos e transformaram-se num "dispositivo de alerta" contra o nazismo e todas as formas de extermínio. Mesclando imagens coloridas dos campos abandonados e filmes de arquivos, Alain Resnais dá-nos, segundo François Truffaut, "uma lição de história, inegavelmente cruel, mas merecida".


O Casamento a Três
(Le Mariage à trois, França, 2009, 100 minutos)
De Jacques Doillon. Com Louis Garrel, Julie Depardieu, Pascal Greggory. Um dramaturgo recebe em sua casa de campo os protagonistas de sua nova peça. Mas a presença da ex-mulher, do novo amante e de uma jovem assistente tornará o dia particularmente tumultuado, misturando criação e questões sentimentais.

Little Senegal
(Alemanha, Argélia, França 2000, 98 minutos). 
De Rachid Bouchareb. Com Karim Koussein Traore, Roschdy Zem, Sharon Hope, Sotigui Kouyate. 

Apaixonado pela história de seu povo, Alloune que vive na África decide visitar as Américas à procura dos descendentes de seus ancestrais, deportados como escravos, dois séculos atrás. Das plantações do Sul à Little Senegal, um bairro africano do Harlem, Alloune acaba encontrando uma prima distante, Ida, que ignora tudo de seu passado. Guiado pelo desejo de reunir sua família além dos séculos e fronteiras, e levado por seu envolvimento com Ida, ele encontra seu sobrinho Hassan, motorista de taxi clandestino, e sua noiva Eileen, grávida e esquiva; encontra também Karim, disposto a tudo com Amalris para obter sua green card... No filme, aparecem enfim todas as contradições entre a América dos Negros e a África de seus antepassados.




GRADE DE HORÁRIOS



28 de junho (terça)
20h – French Can Can

29 de junho (quarta)
16h – As Damas do Bois de Boulogne
18h – O Casamento a Três
20h – Curtas Alain Resnais

30 de junho (quinta)
18h – Virada Sustentável – Aliança Francesa

1º de julho (sexta)
16h – Curtas Alain Resnais
18h – As Damas do Bois de Boulogne
20h – Pinga Fogo

2 de julho (sábado)
16h – O Batedor de Carteiras
18h – O Casamento a Três
20h – A Esquiva

3 de julho (domingo)
17h – Amigomio + bate-papo entre Jeanine Meerapfel e Ana Luiza Azevedo

5 a 8 de julho - FRAPA


9 de julho (sábado)
16h – As Damas do Bois du Bologne
18h – O Batedor de Carteiras
20h – French Can Can

10 de julho (domingo)
16h – Pinga Fogo
18h – O Casamento a Três
20h – Little Senegal

12 de julho (terça)
16h – Little Senegal
18h – O Casamento a Três
20h – As Damas do Bois du Bologne

13 de julho (quarta)
16h – O Casamento a Três
18h – Little Senegal
20h – Pinga Fogo

14 de julho (quinta)
16h – Little Senegal
18h – O Casamento a Três
20h - O Batedor de Carteiras
15 de julho (sexta)
16h – O Casamento a Três
18h – Little Senegal
20h – O Batedor de Carteiras

16 de julho (sábado)
16h – Little Senegal
18h – O Casamento a Três
20h – French Can Can

17 de julho (domingo)
16h – O Casamento a Três
18h – Little Senegal
20h – O Batedor de Carteiras

26 de julho (terça)
16h - Little Senegal
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – O Batedor de Carteiras

27 de julho (quarta)
16h – O Casamento a Três
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – As Damas do Bois de Boulogne

28 de julho (quinta)
16h - Little Senegal
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – French Can Can

29 de julho (sexta)
16h – O Casamento a Três
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – Pinga Fogo

30 de julho (sábado)
16h – French Can Can
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – As Damas do Bois de Boulogne

31 de julho (domingo)
16h – Pinga Fogo
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – O Batedor de Carteiras


domingo, 17 de julho de 2016

Ai Weiwei: Sem Perdão em cartaz



A partir de terça-feira, 19 de julho, entra em cartaz na Cinemateca Capitólio o documentário Ai Weiwei: Sem Perdão, dirigido por Alison Klayman, que acompanha a trajetória política e artística do chinês Ai Weiwei, um dos mais renomados artistas contemporâneos. A mostra Grandes Obras Francesas, em parceria com a Embaixada da França, a Cinemateca da Embaixada da França no Brasil e o Institut Français, segue em exibição.

A Cinemateca Capitólio é um equipamento da Secretaria da Cultura de Porto Alegre. O projeto de restauração e de ocupação da Cinemateca Capitólio foi patrocinado pela Petrobras, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES eMinistério da Cultura. O projeto também contou com recursos da Prefeitura de Porto Alegre, proprietária do prédio, e realização daFundação CinemaRS – FUNDACINE.

AI WEIWEI: SEM PERDÃO

(Ai Weiwei: Never Sorry, 2013, Estados Unidos, 90 minutos)
Direção: Alison Klayman
Elenco: Ai Weiwei, Chen Danqing, Ying Gao
Distribuição: Bretz Filmes

Ai Weiwei é um artista contemporâneo, que combina em seu trabalho as novas tecnologias e as mensagens políticas engajadas. Preso pelas autoridades chinesas em 3 de abril de 2011, mas liberado dia 22 de junho, ele ainda está proibido de deixar o território nacional. Este documentário acompanha a trajetória política e artística deste símbolo da liberdade de expressão na China.

GRADE DE HORÁRIOS
19 a 24 de julho de 2016

19 de julho (terça)
16h – Little Senegal
18h – O Casamento a Três
20h – Ai Weiwei: Sem Perdão

20 de julho (quarta)
16h – As Damas do Bois de Boulogne
18h – O Batedor de Carteiras
20h – Ai Weiwei: Sem Perdão

21 de julho (quinta)
16h – Pinga Fogo
18h – French Can Can
20h – Ai Weiwei: Sem Perdão

22 de julho (sexta)
16h – Little Senegal
18h – O Casamento a Três
20h – Ai Weiwei: Sem Perdão

23 de julho (sábado)
16h – Pinga Fogo
18h – French Can Can
20h – Ai Weiwei: Sem Perdão

24 de julho (domingo)
16h – As Damas do Bois de Boulogne
18h – O Batedor de Carteiras
20h – Ai Weiwei: Sem Perdão

26 a 31 de julho de 2016

26 de julho (terça)
16h - Little Senegal
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – O Batedor de Carteiras

27 de julho (quarta)
16h – O Casamento a Três
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – As Damas do Bois de Boulogne

28 de julho (quinta)
16h - Little Senegal
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – French Can Can

29 de julho (sexta)
16h – O Casamento a Três
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – Pinga Fogo

30 de julho (sábado)
16h – French Can Can
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – As Damas do Bois de Boulogne

31 de julho (domingo)
16h – Pinga Fogo
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão

20h – O Batedor de Carteiras

terça-feira, 28 de junho de 2016

Jeanine Meerapfel debate Amigomío




Neste domingo, 03 de julho, às 17h, acontece a exibição única do filme Amigomío, de Jeanine Meerapfel, na Cinemateca Capitólio. Após a sessão, há debate com a diretora alemã e Ana Luiza Azevedo. Meerapfel integrou ativamente a luta de mulheres por mais espaço no cenário audiovisual da Alemanha dos anos 1970. Com legendas em espanhol, a sessão faz parte da mostra Mulheres no Cinema, promovida pelo Goethe-Institut Porto Alegre.
Amigomío trata da relação entre Amigomío, então com oito anos, e seu pai, que tem 30 anos, é um acadêmico desempregado e recém-separado de Negra. De uma hora para a outra, Negra é presa pelos militares. Amigomío e seu pai precisam deixar a Argentina. Começa uma viagem cheia de aventuras pelos Andes. Eles encontram personagens peculiares, festivais inesperados, ônibus caindo aos pedaços e trens incomuns que atravessam florestas exuberantes e as minas de Potosí. Finalmente chegando em Quito, o pai de Amigomío consegue um emprego em uma empresa alemã. Com o passar do tempo, pesam-lhe entretanto a ausência de Negra e da Argentina, ao passo que Amigomío, com menos lembranças às quais se prender, integra-se mais facilmente ao novo país e se torna um equatoriano. Seu pai, contudo, quer continuar sendo argentino.
Jeanine Meerapfel é uma diretora e roteirista alemã-argentina. Nascida em Buenos Aires em 1943, filha de pais judeus alemães refugiados durante o Terceiro Reich, radicou-se na Alemanha em 1964. Já dirigiu mais de 15 filmes de ficção e documentário e constantemente se engaja em temas envolvendo identidade, política e imigração. Seu primeiro longa-metragem, “Malou” (1981) venceu o prêmio FIPRESCI no Festival de Cannes e foi laureado também no Festival de San Sebastian. Desde 2015, Jeanine é presidente da Academia de Artes de Berlim.

A Cinemateca Capitólio é um equipamento da Secretaria da Cultura de Porto Alegre. O projeto de restauração e de ocupação da Cinemateca Capitólio foi patrocinado pela Petrobras, Banco Nacional deDesenvolvimento Econômico e Social – BNDES e Ministério da Cultura. O projeto também contou com recursos da Prefeitura de Porto Alegre, proprietária do prédio, e realização daFundação CinemaRS – FUNDACINE.


Dia 03 de julho de 2016, às 17h
Capitólio (Rua Demétrio Ribeiro, 1085)
Alemão, com legendas em espanhol
R$ 10 | Meia entrada para estudantes e idosos 

GRADE DE HORÁRIOS
PRIMEIRA SEMANA
28 de junho a 03 de julho de 2016


28 de junho (terça)
20h – French Can Can

29 de junho (quarta)
16h – As Damas do Bois de Boulogne
18h – O Casamento a Três
20h – Curtas Alain Resnais

30 de junho (quinta)
18h – Virada Sustentável – Aliança Francesa

1º de julho (sexta)
16h – Curtas Alain Resnais
18h – As Damas do Bois de Boulogne
20h – Pinga Fogo

2 de julho (sábado)
16h – O Batedor de Carteiras
18h – O Casamento a Três
20h – A Esquiva

3 de julho (domingo)
17h – Amigomio + bate-papo entre Jeanine Meerapfel e Ana Luiza Azevedo

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Lisandro Alonso debate Los Muertos no FRAPA



Com inscrições esgotadas, a quarta edição do FRAPA – Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre – acontece de 5 a 8 de julho de 2016 na Cinemateca Capitólio. O filme de abertura é Los Muertos (78min / 2004 / cópia em 35mm), do renomado diretor argentino Lisandro Alonso. Com entrada franca e legendas em inglês, a sessão acontece às 19h30 no dia 5 de julho, seguida de debate com o diretor. Os inscritos no FRAPA têm a presença garantida.

O Festival
O FRAPA– é o primeiro evento inteiramente voltado ao roteiro de cinema e televisão na América Latina. O FRAPA tem como objetivo debater e reforçar a importância do roteiro na crescente produção de cinema e TV, bem como estimular a aproximação dos profissionais locais à produção do resto do continente. Em três edições, diversos profissionais renomados já passaram pelo FRAPA – nomes como Bráulio Mantovani (Cidade de Deus e Tropa de Elite 1 e 2), Fernando Castets (O Filho da Noiva), Marcos Bernstein (Central do Brasil) e Pablo Stoll (Whisky), entre muitos outros.
Buscando inspiração em festivais do gênero já consagrados nos Estados Unidos e na Europa, o FRAPA vem crescendo ano após ano. Conjugando mesas de debate, concursos, workshops, mostras, master class e rodada de negócios, o FRAPA se constitui em espaço central de reflexão sobre a escrita audiovisual na América Latina, estimulando o intercâmbio de experiências entre roteiristas e profissionais das demais áreas, qualificando profissionais e celebrando novas parcerias.
O FRAPA 2016 é uma realização da Coelho Voador e da Epifania Filmes, em correalização com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre e a Cinemateca Capitólio e patrocínio da Unisinos, do Final Draft e da SPCine. Leo Garcia é o diretor-geral do Festival e Mariana Müller é a produtora executiva.

Os Convidados

Teremos mais de 20 convidados confirmados para esta edição, entre eles se destacam o argentino Lisandro Alonso (“Jauja”), a uruguaia Inés Bortagaray (“Mi Amiga del Parque”, vencedor do prêmio de melhor roteiro em Sundance), Hilton Lacerda (“Tatuagem”), Jorge Furtado (“Real Beleza”), Rosane Svartman (“Totalmente Demais”), Doc Comparato (“O Beijo no Asfalto”), David França Mendes (“Corações Sujos”) e a alemã-argentina Jeanine Meerapfel (“Malou”).

Além da atração especial, o agente de roteiros norte-americano Matt Leipzig, sócio da Original Artists, uma das principais agências literárias da indústria audiovisual norte-americana, responsável pela representação de roteiristas e criadores de conteúdo de TV e cinema. Além da palestra de encerramento do festival, Matt também fará rodadas de negócios com roteiristas e produtoras.

Lista completa de convidados em: www.frapa.art.br/convidados.

Mostra de Curtas

Uma mostra internacional competitiva de curtas-metragens, com foco principal em seus roteiros a ser realizada na Cinemateca Paulo Amorim, na Casa de Cultura Mario Quintana.
Neste ano, foram 107 filmes inscritos de 23 países e selecionados 13 produções (do Brasil, Irã, Espanha, Índia, Estados Unidos, França, Suécia, Paquistão e Polônia), a maioria delesinéditos no Brasil.
Os filmes estarão concorrendo aos seguintes prêmios: “melhor roteiro”, “melhor personagem”, “melhor diálogo”, “melhor cena”, “melhor final”, “melhor título” e “melhor roteiro segundo júri popular”. O “melhor roteiro” ganhará um software Final Draft 9 (no valor de 250 dólares).

Lista dos curtas selecionados e suas sinopses:


A Cinemateca Capitólio é um equipamento da Secretaria da Cultura de Porto Alegre. O projeto de restauração e de ocupação da Cinemateca Capitólio foi patrocinado pela Petrobras, Banco Nacional deDesenvolvimento Econômico e Social – BNDES e Ministério da Cultura. O projeto também contou com recursos da Prefeitura de Porto Alegre, proprietária do prédio, e realização daFundação CinemaRS – FUNDACINE.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Última semana do Panorama do Cinema Contemporâneo



O ciclo Panorama do Cinema Contemporâneo, que apresentou importantes filmes de diversas nacionalidades desde de março, chega ao fim no dia 26 de junho, com a exibição ao longo da semana de Minha Felicidade, de Sergei Loznitsa, O Grande Mestre, de Wong Kar-wai, O Abismo Prateado, de Karim Aïnouz, e Outubro, de Diego e Daniel Vega Vidal.

A Cinemateca Capitólio é um equipamento da Secretaria da Cultura de Porto Alegre. O projeto de restauração e de ocupação da Cinemateca Capitólio foi patrocinado pela Petrobras, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES e Ministério da Cultura. O projeto também contou com recursos da Prefeitura de Porto Alegre, proprietária do prédio, e realização daFundação CinemaRS – FUNDACINE.

FILMES

O Abismo Prateado
(Brasil, 2013, 82 minutos)
Direção: Karim Aïnouz
Violeta (Alessandra Negrini) é uma dentista casada e com um filho, que tem um dia normal de trabalho. Ao ouvir uma mensagem deixada na secretária do celular ela entra em desespero. A mensagem foi gravada por seu marido, Djalma (Otto Jr.), que disse que estava deixando-a e partindo para Porto Alegre. Ele pede para que Violeta não o siga, mas ela não segue o conselho e tenta viajar, o quanto antes, para a capital do Rio Grande do Sul.

O Grande Mestre
(Yut doi jung si, Hong Kong, China, França, 2013, 123 minutos)
Direção: Wong Kar-wai
Este drama de ação mostra a história de um dos maiores mestres em artes marciais da história, Ip Man (Tony Leung), o homem que treinou Bruce Lee. O lema desta trama é "Nas artes marciais não existe certo ou errado, apenas o último homem de pé".

Minha Felicidade
(Schastye moe, Rússia, Ucrânia, Alemanha, 2010, 127 minutos)
Direção: Sergei Loznitsa
Um jovem caminhoneiro se perde no campo russo. Ele acaba conhecendo um senhor infeliz, prostituta menor de idade, um estranho cigano e policiais corruptos. Quanto mais ele tenta encontrar seu caminho de volta à civilização, mais descobre que a força e instintos de sobrevivência substituíram qualquer forma de humanidade.

Outubro
(Octubre, Peru, Espanha, Venezuela, 2010, 88 minutos)
Direção: Diego Vega Vidal e Daniel Vega Vidal
Clemente é um penhorista pouco comunicativo e a nova esperança amorosa de Sofia, vizinha solteira, devota em Outubro ao culto do Senhor dos Milagres. A relação deles começa quando Clemente descobre uma menina recém-nascida, fruto da sua relação com uma prostituta que desapareceu. Enquanto Clemente procura a mãe da pequenina, Sofia ocupa-se dela e de fazer a limpeza na casa do penhorista. Com a chegada destes dois seres na sua vida, Clemente terá ocasião de repensar às suas relações com os outros.

GRADE DE HORÁRIOS
21 a 26 de junho de 2016

21 de junho (terça-feira)
19h – Fête de la musique

22 de junho (quarta)
15h – Minha Felicidade
17h30 – Outubro
19h30 – O Grande Mestre

23 de junho (quinta)
15h – O Grande Mestre
17h30 – O Abismo Prateado
19h30 – Minha Felicidade

24 de junho (sexta)
15h – Minha Felicidade
17h30 – Outubro
19h30 – O Grande Mestre

25 de junho (sábado)
15h – O Grande Mestre
17h30 – O Abismo Prateado
19h30 – Minha Felicidade

26 de junho (domingo)
15h – Minha Felicidade
17h30 – Outubro

19h30 – O Grande Mestre