quarta-feira, 10 de agosto de 2016
terça-feira, 9 de agosto de 2016
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Verdes Anos em cartaz
A partir de
terça-feira, 9 de agosto, a Cinemateca
Capitólio exibe o clássico Verdes Anos, de Carlos
Gerbase e Giba
Assis Brasil.O filme Ai Weiwei: Sem Perdão, de Alison Klayman, segue em exibição.
A Cinemateca
Capitólio é um equipamento
da Secretaria
da Cultura de Porto Alegre. O projeto de restauração e
de ocupação da Cinemateca
Capitólio foi patrocinado pela Petrobras, Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social –
BNDES e Ministério da Cultura. O projeto também
contou com recursos da Prefeitura
de Porto Alegre,
proprietária do prédio, e realização daFundação CinemaRS –
FUNDACINE.
FILMES
VERDES
ANOS
(Brasil/1984/91
minutos)
Direção:Carlos Gerbase
e Giba
Assis Brasil
Três dias na vida de uma turma de colégio, em 1972. Nando namora Soninha, que dá bola pra todo mundo. Robertão apresenta o baile de escolha da Rainha. Teco se interessa por Rita. Dudu edita um jornalzinho de fofocas. Pedro é o goleiro do time da aula, e está apaixonado pela professora. Quanto tempo se leva para passar da adolescência à maturidade? Um fim-de-semana, alguns anos ou a vida inteira?
Direção:
Três dias na vida de uma turma de colégio, em 1972. Nando namora Soninha, que dá bola pra todo mundo. Robertão apresenta o baile de escolha da Rainha. Teco se interessa por Rita. Dudu edita um jornalzinho de fofocas. Pedro é o goleiro do time da aula, e está apaixonado pela professora. Quanto tempo se leva para passar da adolescência à maturidade? Um fim-de-semana, alguns anos ou a vida inteira?
AI WEIWEI: SEM
PERDÃO
(Ai Weiwei: Never
Sorry, 2013, Estados Unidos, 90 minutos)
Direção:
Alison Klayman
Elenco: Ai
Weiwei, Chen Danqing, Ying Gao
Distribuição: Bretz
Filmes
Ai Weiwei é um artista
contemporâneo, que combina em seu trabalho as novas tecnologias e as mensagens
políticas engajadas. Preso pelas autoridades chinesas em 3 de abril de 2011, mas
liberado dia 22 de junho, ele ainda está proibido de deixar o território
nacional. Este documentário acompanha a trajetória política e artística deste
símbolo da liberdade de expressão na China.
GRADE
DE HORÁRIOS
9 de
agosto (terça)
18h – Ai Weiwei: Sem
Perdão
20h – Verdes
Anos
10 de
agosto (quarta)
18h – Ai Weiwei: Sem
Perdão
20h – Verdes
Anos
11 de
agosto (quinta)
18h – Ai Weiwei: Sem
Perdão
20h – Verdes
Anos
12 de
agosto (sexta)
18h – Ai Weiwei: Sem
Perdão
20h – Verdes
Anos
13 de
agosto (sábado)
17h – Cine
Floyd
19h – Cine
Floyd
14 de
agosto (domingo)
18h – Ai Weiwei: Sem
Perdão
20h – Verdes
Anos
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Dupla apresentação do Cine Floyd
No sábado, 13 de agosto, a Cinemateca
Capitólio apresenta o evento Cine Floyd, com a banda formada por Max
Sudbrack, Ettore Sanfelice, Arthur Tabbal e Gabriel Sacks, executando o disco
The Dark Side of the Moon, do Pink Floyd, em sincronia com o filme
O Mágico de Oz. A banda também
apresenta a canção Echoes, em
sincronia com uma
sequência de 2001: Uma Odisséia no Espaço. São duas
apresentações, às 17h e às 19h. O ingresso custa R$ 20,00 e pode ser comprado na
bilheteria do espaço a
partir de terça-feira, 9 de agosto. A bilheteria abre trinta
minutos antes de cada sessão.
A Cinemateca
Capitólio é
um equipamento da Secretaria
da Cultura de Porto Alegre. O projeto de restauração e
de ocupação da Cinemateca
Capitólio foi patrocinado pela Petrobras, Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social –
BNDES e Ministério da Cultura. O projeto também
contou com recursos da Prefeitura
de Porto Alegre,
proprietária do prédio, e realização da Fundação CinemaRS –
FUNDACINE.
Tornou-se uma lenda urbana do Rock a famosa sincronia entre o filme
O Mágico de Oz, e o álbum Dark Side of the Moon, do Pink Floyd. Seria
proposital, ou mera coincidência? Seguindo a linha do Cine Boemia,
em que Max
Sudbrack acompanha filmes clássicos ao piano ao estilo das
exibições do cinema silencioso, O The Dark Side of the Oz é um projeto que
mistura um show de Pink Floyd ao vivo, projeção de cinema e a sincronia mítica entre as
duas obras. Com Arthur Tabbal na guitarra e voz, Gabriel Sacks na bateria e voz,
e Max Sudbrack no teclado, Ettore Sanfelice no baixo, o quarteto se apresenta
nas casas noturnas de Porto Alegre com essa proposta peculiar de cinema-show,
que também inclui a parte final de 2001: Uma Odisséia no Espaço com Echoes, a
obra prima do disco Meddle, além de outros números do repertório Floydiano.
O Mágico de Oz
The Dark Side of the
Moon
The Dark Side of the Moon é o oitavo álbum de estúdio da
banda britânica de rock progressivo Pink Floyd, lançado em 24 de março de 1973.
O disco marca uma nova fase no som da banda, com letras mais pessoais e
instrumentais menores. Os temas explorados na obra são variados e pessoais,
incluindo cobiça, doença mental e envelhecimento, inspirados principalmente pela
saída de Syd Barrett, integrante que deixou o grupo em 1968 depois que sua saúde mental
se deteriorou. O conceito básico do disco foi desenvolvido quando a banda estava
em turnê, e muito do novo
material foi apresentado ao vivo, muito antes de ser gravado. A
banda produziu o trabalho no Abbey Road Studios de Londres em diferentes sessões
em 1972 e 1973 ao lado do produtor Alan Parsons, diretamente responsável pelo
desenvolvimento dos elementos sonoros mais exóticos presentes no disco, e a
capa, que traz um prisma sendo atingido por um feixe de luz o transformando em
um arco-íris, foi desenvolvida para representar a iluminação de palco da banda,
o conteúdo íntimo das letras e para atender os pedidos da banda por um trabalho
"simples e marcante".
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Camerata Pampeana e As Mulheres de Bah! no Concertos Capitólio
A Secretaria
da Cultura de
Porto Alegre retoma no
próximo dia 7 de agosto, às 18h, após um breve intervalo durante o mês de julho,
o projeto Concertos Capitólio. A exemplo do que já
acontece na
Pinacoteca Ruben Berta (com o projeto Clássicos
na Pinacoteca), o projeto Concertos
Capitólio tem o objetivo de
promover apresentações de música erudita em um espaço destinado a outra
atividade fim (no caso, o
cinema ), e ocorre sempre no primeiro sábado de cada mês, com
entrada franca. Excepcionalmente nesta edição o Concertos Capitólio acontece no
domingo e tem como atrações os grupos Camerata
Pampeana e As Mulheres de
Bah!.
A Camerata
Pampeana foi criada pelo
maestro Tasso Bangel em setembro de 2011, com o propósito de divulgar a música
regional gaúcha, com um novo som, como fez com o Conjunto
Vocal Farroupilha, há 60 anos atrás. O grupo é formado pelos músicos
Felipe Karam
(1° violino), Rosângela dos Santos (2° violino), Gabriela Vilanova (viola), Philip
Mayer (violoncelo), Diego
Costa ( violão), Miguel Tejera (baixo) e Maestro Tasso Bangel
(acordeon). A Camerata Pampeana tem recebido uma resposta entusiasmada em suas
diversas apresentações, seja em shows, concertos, televisão e críticas musicais.
O maestro Tasso Bangel e a Camerata Pampeana receberam os prêmios de melhor
compositor, melhor arranjador e melhor grupo instrumental, pelo CD Cidade e
Campo, no Prêmio Açorianos de Música 2013/14. O disco é um mix de
som, amor e cultura pampeana de ontem e hoje.
PROGRAMA
Parte
1
Camerata
Pampeana
Coração
Farroupilha (Tasso Bangel)
Tradição
(Tasso Bangel)
Negrinho do
Pastoreio (L.C.Barbosa Lessa)
Gauchinha
Bem-querer (Tito Madi)
Fantasia
Pampeana nº1 (Arr: Tasso Bangel)
Noturna
(Julián Plaza)
Santa Morena
(Jacob do Bandolim)
Fantasia
Pampeana nº2 (Arr: Tasso Bangel)
-Meu Chamamé
(Tasso Bangel)
Parte
2
As Mulheres de
Bah!
Cantate BWV 209
(J.S.Bach)
"Non sa che
sia Dolore"
Sinfonia
Recitativo
Arie
Recitativo
Arie
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
Documentário sobre Ai Weiwei segue em exibição
O
documentário Ai Weiwei: Sem
Perdão, dirigido
por Alison Klayman,
que acompanha a trajetória política e artística do chinês Ai Weiwei,
um dos mais renomados artistas contemporâneos, segue em exibição até 7 de agosto
na Cinemateca Capitólio.
A Cinemateca
Capitólio é um equipamento da Secretaria
da Cultura de Porto Alegre. O projeto de restauração e
de ocupação da Cinemateca
Capitólio foi patrocinado pela Petrobras, Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social –
BNDES e Ministério da Cultura. O projeto também
contou com recursos da Prefeitura
de Porto Alegre,
proprietária do prédio, e realização daFundação CinemaRS –
FUNDACINE.
AI
WEIWEI: SEM PERDÃO
(Ai
Weiwei: Never Sorry, 2013, Estados Unidos, 90
minutos)
Direção: Alison Klayman
Elenco: Ai Weiwei, Chen Danqing, Ying
Gao
Distribuição: Bretz
Filmes
Ai
Weiwei é um artista contemporâneo, que combina em seu trabalho as novas
tecnologias e as mensagens políticas engajadas. Preso pelas autoridades chinesas
em 3 de abril de 2011, mas liberado dia 22 de junho, ele ainda está proibido de
deixar o território nacional. Este documentário acompanha a trajetória política
e artística deste símbolo da liberdade de expressão na
China.
GRADE
DE HORÁRIOS
2
de agosto
18h
– Ai Weiwei: Sem
Perdão
20h
– Ai Weiwei: Sem
Perdão
3
de agosto
18h
– Ai Weiwei: Sem
Perdão
20h
– Ai Weiwei: Sem
Perdão
4
de agosto
18h
– Ai Weiwei: Sem
Perdão
20h
– Ai Weiwei: Sem
Perdão
5
de agosto
18h
– Ai Weiwei: Sem
Perdão
20h
– Ai Weiwei: Sem
Perdão
6
de agosto
17h
– Lançamento
do livro Verdes Anos –
Memórias de um Filme e de uma Geração,
com sessão de autógrafos da autora
Alice Dubina
Trusz
19h
– Verdes
Anos
7
de agosto
18h
– Concertos Capitólio
20h
– Ai Weiwei: Sem
Perdão
sexta-feira, 29 de julho de 2016
Lançamento do livro Verdes Anos - Memórias de um Filme e de uma Geração
No próximo dia 6 de agosto, às 17h, será
lançado na Cinemateca Capitólio
o livro Verdes Anos – Memórias de um Filme e de uma
Geração, da historiadora Alice
Dubina Trusz. Fruto de uma parceria entre a Coordenação de
Cinema , Vídeo e
Fotografia da Secretaria da Cultura de Porto Alegre e a Editora da
UFRGS , o livro resgata a história do filme Verdes
Anos (1984), dirigido por
Carlos Gerbase
e Giba
Assis Brasil , uma das produções mais marcantes
da história do cinema gaúcho. Após a sessão de autógrafos, será realizada uma
exibição do filme, em 35mm, na sessão das 19h, com entrada franca.
Inspirado em um conto do escritor
Luiz Fernando
Emediato , o filme Verdes
Anos acompanha as peripécias
de um grupo de jovens que vive em uma pequena cidade do interior do Rio Grande
do Sul no auge da ditadura militar. Rodado em 35mm, Verdes
Anosassinalou o momento de profissionalização da dupla de diretores,
egressos do movimento Super-8, transformando-se em objeto de culto para toda uma
geração.
O livro Verdes
Anos – Memórias de um Filme e de uma Geração inaugura a linha de publicações da
Cinemateca
Capitólio (instituição mantida pela Secretaria da
Cultura de Porto Alegre dedicada justamente a preservar e
difundir a memória do cinema
gaúcho ) e é fruto de uma ampla pesquisa empreendida pela
historiadora Alice Dubina Trusz. Ao longo de um ano, Alice realizou dezenas de
entrevistas com os profissionais envolvidos na produção do filme e mergulhou em
arquivos para vasculhar os jornais da época, a fim de resgatar os bastidores da
realização de Verdes Anos e o impacto provocado por seu lançamento, em
maio de 1984, no Festival de Cinema de Gramado. A edição inclui ainda
o conto original de Luiz Fernando
Emediato que deu origem ao roteiro do filme e um
caderno com fotos de cena e bastidores das filmagens. O texto de apresentação é
assinado pela jornalista e crítica de cinema Maria do
Rosário
Caetano, uma das maiores entusiastas do filme dirigido por
Carlos Gerbase
e Giba Assis Brasil.
Com projeto gráfico assinado pelo premiado
artista Flávio Wild, o livro tem 360 páginas e será
vendido pelo preço de R$ 49,00.
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