segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Verdes Anos em cartaz



A partir de terça-feira, 9 de agosto, a Cinemateca Capitólio exibe o clássico Verdes Anos, de Carlos Gerbase e Giba Assis Brasil.O filme Ai Weiwei: Sem Perdão, de Alison Klayman, segue em exibição.

A Cinemateca Capitólio é um equipamento da Secretaria da Cultura de Porto Alegre. O projeto de restauração e de ocupação da Cinemateca Capitólio foi patrocinado pela Petrobras, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES e Ministério da Cultura. O projeto também contou com recursos da Prefeitura de Porto Alegre, proprietária do prédio, e realização daFundação CinemaRS – FUNDACINE.

FILMES

VERDES ANOS
(Brasil/1984/91 minutos)
Direção: Carlos Gerbase e Giba Assis Brasil

Três dias na vida de uma turma de colégio, em 1972. Nando namora Soninha, que dá bola pra todo mundo. Robertão apresenta o baile de escolha da Rainha. Teco se interessa por Rita. Dudu edita um jornalzinho de fofocas. Pedro é o goleiro do time da aula, e está apaixonado pela professora. Quanto tempo se leva para passar da adolescência à maturidade? Um fim-de-semana, alguns anos ou a vida inteira?

AI WEIWEI: SEM PERDÃO
(Ai Weiwei: Never Sorry, 2013, Estados Unidos, 90 minutos)
Direção: Alison Klayman
Elenco: Ai Weiwei, Chen Danqing, Ying Gao
Distribuição: Bretz Filmes

Ai Weiwei é um artista contemporâneo, que combina em seu trabalho as novas tecnologias e as mensagens políticas engajadas. Preso pelas autoridades chinesas em 3 de abril de 2011, mas liberado dia 22 de junho, ele ainda está proibido de deixar o território nacional. Este documentário acompanha a trajetória política e artística deste símbolo da liberdade de expressão na China.

GRADE DE HORÁRIOS
9 a 14 de agosto de 2016

9 de agosto (terça)
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – Verdes Anos

10 de agosto (quarta)
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – Verdes Anos

11 de agosto (quinta)
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – Verdes Anos

12 de agosto (sexta)
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – Verdes Anos

13 de agosto (sábado)
17h – Cine Floyd
19h – Cine Floyd

14 de agosto (domingo)
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão

20h – Verdes Anos

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Dupla apresentação do Cine Floyd



No sábado, 13 de agosto, a Cinemateca Capitólio apresenta o evento Cine Floyd, com a banda formada por Max Sudbrack, Ettore Sanfelice, Arthur Tabbal e Gabriel Sacks, executando o disco The Dark Side of the Moon, do Pink Floyd, em sincronia com o filme O Mágico de Oz. A banda também apresenta a canção Echoes, em sincronia com uma sequência de 2001: Uma Odisséia no Espaço. São duas apresentações, às 17h e às 19h. O ingresso custa R$ 20,00 e pode ser comprado na bilheteria do espaço a partir de terça-feira, 9 de agosto. A bilheteria abre trinta minutos antes de cada sessão.

A Cinemateca Capitólio é um equipamento da Secretaria da Cultura de Porto Alegre. O projeto de restauração e de ocupação da Cinemateca Capitólio foi patrocinado pela Petrobras, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES e Ministério da Cultura. O projeto também contou com recursos da Prefeitura de Porto Alegre, proprietária do prédio, e realização da Fundação CinemaRS – FUNDACINE.

Tornou-se uma lenda urbana do Rock a famosa sincronia entre o filme O Mágico de Oz, e o álbum Dark Side of the Moon, do Pink Floyd. Seria proposital, ou mera coincidência? Seguindo a linha do Cine Boemia, em que Max Sudbrack acompanha filmes clássicos ao piano ao estilo das exibições do cinema silencioso, O The Dark Side of the Oz é um projeto que mistura um show de Pink Floyd ao vivo, projeção de cinema e a sincronia mítica entre as duas obras. Com Arthur Tabbal na guitarra e voz, Gabriel Sacks na bateria e voz, e Max Sudbrack no teclado, Ettore Sanfelice no baixo, o quarteto se apresenta nas casas noturnas de Porto Alegre com essa proposta peculiar de cinema-show, que também inclui a parte final de 2001: Uma Odisséia no Espaço com Echoes, a obra prima do disco Meddle, além de outros números do repertório Floydiano.

O Mágico de Oz

Em Kansas, Dorothy (Judy Garland) vive em uma fazenda com seus tios. Quando um tornado ataca a região, ela se abriga dentro de casa. A menina e seu cachorro são carregados pelo ciclone e aterrisam na terra de Oz, caindo em cima da Bruxa Má do Leste e a matando. Dorothy é vista como uma heroína, mas o que ela quer é voltar para Kansas. Para isso, precisará da ajuda do Poderoso Mágico de Oz que mora na Cidade das Esmeraldas. No caminho, ela será ameaçada pela Bruxa Má do Oeste (Margaret Hamilton), que culpa Dorothy pela morte de sua irmã, e encontrará três companheiros: um Espantalho (Ray Bolger) que quer ter um cérebro, um Homem de Lata (Jack Haley) que anseia por um coração e um Leão covarde (Bert Lahr) que precisa de coragem. Será que o Mágico de Oz conseguirá ajudar todos eles?

The Dark Side of the Moon


The Dark Side of the Moon é o oitavo álbum de estúdio da banda britânica de rock progressivo Pink Floyd, lançado em 24 de março de 1973. O disco marca uma nova fase no som da banda, com letras mais pessoais e instrumentais menores. Os temas explorados na obra são variados e pessoais, incluindo cobiça, doença mental e envelhecimento, inspirados principalmente pela saída de Syd Barrett, integrante que deixou o grupo em 1968 depois que sua saúde mental se deteriorou. O conceito básico do disco foi desenvolvido quando a banda estava em turnê, e muito do novo material foi apresentado ao vivo, muito antes de ser gravado. A banda produziu o trabalho no Abbey Road Studios de Londres em diferentes sessões em 1972 e 1973 ao lado do produtor Alan Parsons, diretamente responsável pelo desenvolvimento dos elementos sonoros mais exóticos presentes no disco, e a capa, que traz um prisma sendo atingido por um feixe de luz o transformando em um arco-íris, foi desenvolvida para representar a iluminação de palco da banda, o conteúdo íntimo das letras e para atender os pedidos da banda por um trabalho "simples e marcante".

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Camerata Pampeana e As Mulheres de Bah! no Concertos Capitólio


A Secretaria da Cultura de Porto Alegre retoma no próximo dia 7 de agosto, às 18h, após um breve intervalo durante o mês de julho, o projeto Concertos Capitólio. A exemplo do que já acontece na Pinacoteca Ruben Berta (com o projeto Clássicos na Pinacoteca), o projeto Concertos Capitólio tem o objetivo de promover apresentações de música erudita em um espaço destinado a outra atividade fim (no caso, o cinema), e ocorre sempre no primeiro sábado de cada mês, com entrada franca. Excepcionalmente nesta edição o Concertos Capitólio acontece no domingo e tem como atrações os grupos Camerata Pampeana e As Mulheres de Bah!.

A Camerata Pampeana foi criada pelo maestro Tasso Bangel em setembro de 2011, com o propósito de divulgar a música regional gaúcha, com um novo som, como fez com o Conjunto Vocal Farroupilha, há 60 anos atrás. O grupo é formado pelos músicos Felipe Karam (1° violino), Rosângela dos Santos (2° violino), Gabriela Vilanova (viola), Philip Mayer (violoncelo), Diego Costa (violão), Miguel Tejera (baixo) e Maestro Tasso Bangel (acordeon). A Camerata Pampeana tem recebido uma resposta entusiasmada em suas diversas apresentações, seja em shows, concertos, televisão e críticas musicais. O maestro Tasso Bangel e a Camerata Pampeana receberam os prêmios de melhor compositor, melhor arranjador e melhor grupo instrumental, pelo CD Cidade e Campo, no Prêmio Açorianos de Música 2013/14. O disco é um mix de som, amor e cultura pampeana de ontem e hoje.

O grupo As Mulheres de Bah é fruto do encontro de sete mulheres, que desenvolvem sua proposta pedagógica como professoras na Casa da Música. São seis instrumentistas e uma cantora que, juntas, fazem uma releitura da música do período barroco, dando um toque feminino à música de Bach, Vivaldi e Handel, dentre outros. As harmonias do cravo se misturam ao som das cordas e flauta e se contrapõem às belas melodias da voz, dando um colorido e um toque diferenciado à música deste novo grupo que surge na capital gaúcha. O grupo é formado por Andiara Mumbach (soprano), Ana Lascano (flauta transversal), Manoela Lampert (violino) Rosângela dos Santos (violino e viola), Estela Kohlrausch (viola) Rachel Alquati (violoncelo) e Luciana Malacarne (cravo).

PROGRAMA

Parte 1
Camerata Pampeana
Coração Farroupilha (Tasso Bangel)
Tradição (Tasso Bangel)
Negrinho do Pastoreio (L.C.Barbosa Lessa)
Gauchinha Bem-querer (Tito Madi)
Fantasia Pampeana nº1 (Arr: Tasso Bangel)
Noturna (Julián Plaza)
Santa Morena (Jacob do Bandolim)
Fantasia Pampeana nº2 (Arr: Tasso Bangel)
-Meu Chamamé (Tasso Bangel)

Parte 2
As Mulheres de Bah!
Cantate BWV 209 (J.S.Bach)
"Non sa che sia Dolore"
Sinfonia
Recitativo
Arie
Recitativo

Arie

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Documentário sobre Ai Weiwei segue em exibição




O documentário Ai Weiwei: Sem Perdão, dirigido por Alison Klayman, que acompanha a trajetória política e artística do chinês Ai Weiwei, um dos mais renomados artistas contemporâneos, segue em exibição até 7 de agosto na Cinemateca Capitólio.

A Cinemateca Capitólio é um equipamento da Secretaria da Cultura de Porto Alegre. O projeto de restauração e de ocupação da Cinemateca Capitólio foi patrocinado pela Petrobras, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES e Ministério da Cultura. O projeto também contou com recursos da Prefeitura de Porto Alegre, proprietária do prédio, e realização daFundação CinemaRS – FUNDACINE.

AI WEIWEI: SEM PERDÃO
(Ai Weiwei: Never Sorry, 2013, Estados Unidos, 90 minutos)
Direção: Alison Klayman
Elenco: Ai Weiwei, Chen Danqing, Ying Gao
Distribuição: Bretz Filmes

Ai Weiwei é um artista contemporâneo, que combina em seu trabalho as novas tecnologias e as mensagens políticas engajadas. Preso pelas autoridades chinesas em 3 de abril de 2011, mas liberado dia 22 de junho, ele ainda está proibido de deixar o território nacional. Este documentário acompanha a trajetória política e artística deste símbolo da liberdade de expressão na China.

GRADE DE HORÁRIOS
2 a 7 de agosto de 2016

2 de agosto
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – Ai Weiwei: Sem Perdão

3 de agosto
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – Ai Weiwei: Sem Perdão

4 de agosto
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – Ai Weiwei: Sem Perdão

5 de agosto
18h – Ai Weiwei: Sem Perdão
20h – Ai Weiwei: Sem Perdão

6 de agosto
17h – Lançamento do livro Verdes Anos – Memórias de um Filme e de uma Geração, com sessão de autógrafos da autora Alice Dubina Trusz
19h – Verdes Anos

7 de agosto
18h – Concertos Capitólio

20h – Ai Weiwei: Sem Perdão

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Lançamento do livro Verdes Anos - Memórias de um Filme e de uma Geração




No próximo dia 6 de agosto, às 17h, será lançado na Cinemateca Capitólio o livro Verdes Anos – Memórias de um Filme e de uma Geração, da historiadora Alice Dubina Trusz. Fruto de uma parceria entre a Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria da Cultura de Porto Alegre e a Editora da UFRGS, o livro resgata a história do filme Verdes Anos (1984), dirigido por Carlos Gerbase e Giba Assis Brasil, uma das produções mais marcantes da história do cinema gaúcho. Após a sessão de autógrafos, será realizada uma exibição do filme, em 35mm, na sessão das 19h, com entrada franca.

Inspirado em um conto do escritor Luiz Fernando Emediato, o filme Verdes Anos acompanha as peripécias de um grupo de jovens que vive em uma pequena cidade do interior do Rio Grande do Sul no auge da ditadura militar. Rodado em 35mm, Verdes Anosassinalou o momento de profissionalização da dupla de diretores, egressos do movimento Super-8, transformando-se em objeto de culto para toda uma geração.

O livro Verdes Anos – Memórias de um Filme e de uma Geração inaugura a linha de publicações da Cinemateca Capitólio (instituição mantida pela Secretaria da Cultura de Porto Alegre dedicada justamente a preservar e difundir a memória do cinema gaúcho) e é fruto de uma ampla pesquisa empreendida pela historiadora Alice Dubina Trusz. Ao longo de um ano, Alice realizou dezenas de entrevistas com os profissionais envolvidos na produção do filme e mergulhou em arquivos para vasculhar os jornais da época, a fim de resgatar os bastidores da realização de Verdes Anos e o impacto provocado por seu lançamento, em maio de 1984, no Festival de Cinema de Gramado. A edição inclui ainda o conto original de Luiz Fernando Emediato que deu origem ao roteiro do filme e um caderno com fotos de cena e bastidores das filmagens. O texto de apresentação é assinado pela jornalista e crítica de cinema Maria do Rosário Caetano, uma das maiores entusiastas do filme dirigido por Carlos Gerbase e Giba Assis Brasil.


Com projeto gráfico assinado pelo premiado artista Flávio Wild, o livro tem 360 páginas e será vendido pelo preço de R$ 49,00. ​